sábado, 23 de maio de 2009

Fruta Bola???


Que fruta é essa que mais parece uma bola de futebol pelo tamanho? Ahhh eu queria ser só um pouquinho mais car de pau para ter tido a ousadia de ter tocado a campainha dessa casa e ter perguntado... Entendidos em botânica de plantão me dêem uma ajudinha!!!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Um livro puxa outro


Desde que conversei com o Marquinhos decidi presenteá-lo com "Amor nos Tempos do Cólera" - ele mostrou especial curiosidade pelo García Márquez, e essa foi a obra dele que mais gostei.

Sempre houve um sebo (loja de livros usados) perto dos lugares onde morei (durante a faculdade era frequentadora assídua). O grande problema de sebos é sempre há mais um tomo gritando: "Me leeeeeva!" (em tom clemente), "Como você pode viver sem mim?!"(fazendo cara de coitadinho!), "Vais reistir a curiosidade de conhecer minha(s) história(s)???"(com olhar sedutor!), e por aí seguem os apelos.

Aqui em Brasília minha sina me acompanhou e menos de cinco minutos daqui há um desses templos do desejo... O Sebinho além de ser a uma "página"de casa, é limpo, amplo, arejado e bem organizado. Felizmente logo que cheguei encontrei "O Amor nos Tempos do Cólera" se exibindo maliciosamente com sua capa azul inconfundível. Ok. Estou salva! Já achei o que queria e vou embora... Ledo engano!

Meus olhos me traíram e começaram a passear pelas lombadas adjacentes, nada irresistível... ATÉ QUE dei de cara com a coleção completa da Rosamunde Pilcher! "O Catadores do Conchas" foi um livro que realmente mudou minha visão sobre a velhice (li durante a adolescência), até então eu era mais uma entre os incautos que crêem que a partir de uma certa idade todos são bonzinhos e que nunca foram jovens e tiveram sonhos e aventuras...Esse eu recomendo mesmo! (Ahhh, muitos anos depois caiu em minhas mãos outro livro dela "Setembro" o enredo era interessante, mas o mais marcante para mim foi a falta de cuidado apresentado pelo tradutor e editores daquela versão, dava claramente para "ver" o texto original em inglês através daquelas , literalmente, mal traçadas linhas.)

Logo ao lado dessa coleção me deparei com "Dewey - Um gato entre livros" (uma obra falando em gatos e livros!!!!), claro que com aquela capa fofa imediatamente pulou no meu braço, se aninhou e veio comigo até em casa! Como tinha encontrado Rosamunde Pilcher em português não resisti e fui dar só uma espiadinha nas prateleiras de literatura em língua inglesa para ver se encontrava algum texto original, sabe como é... não custa nada... vai que... (Desculpas esfarrapadas de alguém que está louco para cair em tentação!!).

Claro que no caminho outra prateleira hipnotizou-me, e lá no cantinho de maneira discreta, quase se escondendo havia uma versão encadernada do "Dom Quixote". Para minha enorme surpresa o exemplar azul amarelado do García Márquez era mais caro do que a versão novinha em capa dura vermelha (amo vermelho!) com letras douradas do Cervantes. Sinto muito, mas o colombiano foi preterido! (Outros clássicos exibidos se atiravam de maneira escandalosa sobre mim, mas fui forte, resisti e segui olhando para o chão em direção aos livros em inglês.)

Não encontrei a inglesa no original (ainda bem), mas havia vários volumes do John Grisham!!!! Em suma: fui atrás de um amor que levou décadas para virar carnal e saí com um cavaleiro delirante, um gato e um advogado!

PS.: Lembro que nas aulas de economia doméstica (meu colégio de primeiro grau era muito tradicional) de que não deveríamos ir ao mercado sem uma lista objetiva, com fome e/ou acompanhadas de crianças. E no sebo? Ok, levamos a lista e uma viseira???

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O fantástico mundo dos livros


Depois do almoço estava na sala de aula organizando minhas ideias com material didático, revista e livro de leitura (ainda quero discutir esse tal conceito de "literatura") espalhados sobre a mesa. O Marquinhos, que trabalha na limpeza, entrou para ver se eu precisava de alguma coisa e logo o livro do García Márquez chamou a atenção dele.

- Oh Francisca, esse autor é bom mesmo? Já ouvi falar muito dele, inclusive ele tem uns livros que parecem uns tijolos, né?

E seguiu me contanto o quanto gostava de ler e inclusive que tem um prazer especial lendo poesia.
(Admiro do fundo do coração gente que realmente gosta de poesia. Passei anos tentando me convencer que esse era um tipo de texto que me tocava fundo e tals. Quando se faz Letras a gente fica com estigma de ser profundo conhecedor de gramática e literatura. Pois é, mas aos 32 anos chegou a hora de ser honesta comigo mesma: poesia não é minha praia.)

Perguntei se ele costumava frequentar bibliotecas, e a resposta que obtive justifica a "evasão das bibliotecas". Da última vez que ele retirou um livro acabou atrasando a devolução, daí adiou um pouco mais, tava sem dinheiro e depois acabou com tanta vergonha que nunca mais voltou!

Comentei com ele das Paradas Culturais (as bibliotecas organizadas em paradas de ônibus aqui em Brasília pelo Açougue T-Bone, já escrevi sobre isso). Com ar de criança fascinada ele falou das inúmeras preciosidades que já encontrou enquanto aguardava pelo coletivo (mas mesmo assim fica um pouco contramão porque não há livros espalhados por toda a cidade). O mais incrível foi o deslumbramento dele ao descobrir que o tal açougue que organiza essa biblioteca ao ar livre é um açougue de verdade onde se vende carne mesmo. Pelo jeito fazia muito tempo que ele andava curioso para saber quem organizava tal deleite para os amantes dos livros e ficou ainda mais impressionado ao descobrir que a maior parte do acervo vinha de doações de pessoas físicas anônimas!

Com essa conversa me senti verdadeiramente uma professora: uma pessoa que ajuda outra a alcançar entendimento do desconhecido!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Declarar Amor

Recebi por email e achei que valia a pena compartilhar.Especialmente para Leila e Letícia minhas irmãzinhas aniversariantes. :)


"O amor é a força mais abstrata, e também a mais potente, que há no mundo."

Mahatma Gandhi


Declarar Amor

Demonstrar o amor é uma forma de deixar a vida transbordar dentro do próprio coração.

A maioria das pessoas estabelece datas especiais para manifestar o seu amor pelo outro: é o dia do aniversário, o natal, o aniversário de casamento, o dia dos namorados.

Para elas, expressar amor é como usar talheres de prata: é bonito, sofisticado, mas somente em ocasiões muito especiais.

E alguns não dizem nunca o que sentem ao outro. Acreditam que o outro sabe que é amado e pronto. Não é preciso dizer.

Conta um médico que uma cliente sua, esposa de um homem avesso a externar os seus sentimentos, foi acometida de uma supuração de apêndice e foi levada às pressas para o hospital.

Operada de emergência, necessitou receber várias transfusões de sangue sem nenhum resultado satisfatório para o restabelecimento de sua saúde.

O médico, um tanto preocupado, a fim de sugestiona-la, lhe disse: pensei que a senhora quisesse ficar curada o mais rápido possível para voltar para o seu lar e o seu marido.

Ela respondeu, sem nenhum entusiasmo:

- O meu marido não precisa de mim. Aliás, ele não necessita de ninguém. Sempre diz isto.

Naquela noite, o médico falou para o esposo que a sua mulher não queria ficar curada. Que ela estava sofrendo de profunda carência afetiva que estava comprometendo a sua cura.

A resposta do marido foi curta, mas precisa:

- Ela tem de ficar boa.

Finalmente, como último recurso para a obtenção do restabelecimento da paciente, o médico optou por realizar uma transfusão de sangue direta. O doador foi o próprio marido, pois ele possuía o tipo de sangue adequado para ela.

Deitado ao lado dela, enquanto o sangue fluía dele para as veias da sua esposa, aconteceu algo imprevisível.

O marido, traduzindo na voz uma verdadeira afeição, disse para a esposa:

- Querida, eu vou fazer você ficar boa.

- Por que? Perguntou ela, sem nem mesmo abrir os olhos.

- Porque você representa muito para mim.

Houve uma pausa. O pulso dela bateu mais depressa. Seus olhos se abriram e ela voltou lentamente a cabeça para ele.

- Você nunca me disse isso.

- Estou dizendo agora.

Mais tarde, com surpresa, o marido ouviu a opinião do médico sobre a causa principal da cura da sua esposa.

Não foi a transfusão em si mesma, mas o que acompanhou a doação do sangue que fez com que ela se restabelecesse. As palavras de carinho fizeram a diferença entre a morte e a vida.

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É importante saber dizer: amo você! O gesto carinhoso, a palavra gentil autêntica, a demonstração afetiva num abraço, numa delicada carícia funcionam como estímulos para o estreitamento dos laços indestrutíveis do amor.

É urgente que, no relacionamento humano, se quebre a cortina do silêncio entre as criaturas e se fale a respeito dos sentimentos mútuos, sem vergonha e sem medo.

A pessoa cuja presença é uma declaração de amor consegue criar um ambiente especial para si e para os que privam da sua convivência.

Quem diz ao outro: eu amo você, expressa a sua própria capacidade de amar, mas também, afirmando que o outro é amado, se faz amar e cria amor ao seu redor.

Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir do cap. "Ecologia Doméstica", da obra Pais e Filhos – Companheiros de Viagem, de autoria de Roberto Shinyashiki, ed. Gente, e do texto "A Convivência Humana", de José Ferraz, extraído da revista Presença Espírita, nº 227, de novembro/dezembro 2001.

domingo, 17 de maio de 2009

Diário de um fescenino - Rubem Fonseca


Fazia tempo que um livro não me causava tamanho desprezo a ponto de merecer ser lido até o fim e repudiado publicamente!

Comecemos do começo: fescenino = devasso, obsceno.

Personagem raso e fútil. Homem que seduz mulheres, fazendo com que elas acreditem que ele está envolvido emocionalmente, quando na verdade está apenas buscando por mais uma distração sexual temporária. Mesmo que Rufus seja formado em Letras, seja um leitor compulsivo desde os 10 anos de idade e um escritor medíocre nada justifica sua verborragia, constante citação pedante de autores canônicos, excesso de uso de preciosismos (ex.: acepipes, não obstante, arrefecer, sexo intercrurial, álacre...) e muito menos exporádicas citações em latim perdidas pelo texto.
Por outro lado, gostei de ler algumas expressões cada vez mais raras e de forte expressividade como: esforços extenuantes, manobras ardilosas, impulsos lascivos, lânguida e arrebatar.

De repente, estou só de implicância com o livro por não gostar de como a personagem principal manipula todas as mulheres ao seu redor... mas a bagagem do leitor também influencia em como a história é lida!
Já dei minha opinião, agora confiram por vocês mesmos.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Memórias de minhas putas tristes - Gabriel García Márquez


Gostei muito de partes "secundárias" do texto (Principalmente as referências ao gato!), o assunto do título em si foi a parte menos interessante para mim.

Um gato entra em sua vida. Até pessoas pouco afeitas aos bichanos não conseguem resistir aos seus encantos.
"Acho contra a natureza que um homem se entenda melhor com seu cão do que com sua esposa, que o ensine a comer e a descomer na hora certa, a responder perguntas e a compartilhar suas pernas. mas não recolher o gato dos tipógrafos seria uma indelicadeza. Além do mais, era um precioso exemplar de angorá, de pele rosada e lustrosa e olhos iluminados, cujos miados pareciam a ponto de ser palavras. me deram numa canastra de vime com certificado de sua estirpe e um manual de uso como o que vem com as bicicletas para armar."

O gato veio com manual! (Ninguém deu o manual para o gato saber como esperavam que ele se comportasse!)
"Eu tinha me dedicado a estudá-lo como estudei latim. O manual dizia que os gatos cavucam a terra para esconder seu esterco, e que nas casas sem quintal, como esta, fariam isso nos vasos de plantas ou em qualquer outro esconderijo. O apropriado seria preparar para ele desde o primeiro dia uma caixa com areia para orientar seu hábito, e foi o que fiz. Também dizia que a primeira coisa que fazem numa nova casa é marcar seu território urinando por todos os lados, e aquele talvez fosse o caso, mas o manual não dizia como remediar. Eu seguia suas artimanhas para me familiarizar com seu hábitos originais, mas não dei com seus esconderijos secretos, seus lugares de repouso, as causas de humores volúveis. Quis ensiná-lo a comer na hora certa, a usar a caixinha de areia do terraço, a não subir na minha cama enquanto eu dormia nem a fuçar nos alimentos na mesa, e não consegui fazer com que entendesse que a casa era dele por direito adquirido e não como um butim de guerra. Acabei deixando que fizesse o que bem entendesse."

O gato está velho.

"Senti-me inerme entre dois fogos: não havia aprendido a gostar do gato, mas tampouco tinha coração para ordenar que o matassem só porque estava velho. Em que parte o manual dizia isso? "

Percepção da velhice.

"A verdade é que as primeiras mudanças são tão lentas que mal se notam, e a gente continua se vendo por dentro como sempre foi, mas de fora os outros reparam."

O censor.
"Ficava por lá até assegurar-se de que não houvesse letra impune na edição da manhã. Tinha uma aversão pessoal contra mim, por minha veleidadesde gramático, ou porque utilizava palavras italianas sem aspase sem grifar quando me pareciam mais expressivas que em castelhano, como deveria ser de uso legítimo entre línguas siamesas. Depois de aturá-lo por quatro anos , tínhamos terminado por aceitá-lo como a má consciência de nós mesmos."

Minha pergunta é: um livro com um título desses se não fosse escrito por um escritor já consagrado seria realmente respeitado? - Eu sei, eu sei, ando bastante moralista ultimamente!


A frase de abertura do livro já me causou estranheza: "No ano de meus noventa anos quis me dar de presente uma noite de amor louco com uma adolescente virgem." - Velho tarado e pedófilo!? Além disso, nunca entendi esse prazer, essa falsa sensação de poder em tirar a virgindade de uma menina... enfim, vale a pena ler, pelo menos ele tem um gato fofo!!!! :)

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Quando a ignorância é mais fértil do que parece


Em uma aula de inglês o assunto era materiais e uma aluna "brilhante" diz: no Brasil cotton (algodão) pintado vira silk (seda). Ninguém na sala entendeu nadica de nada... A moçoila se referia a silk screen! E não se convenceu quando a professora explicou que silk screen é só o nome da técnica de impressão!!!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Carro clássico

Nunca dei a menor bola para carros, mas há como ficar indiferente a um carro desses que mais parece de brinquedo?

domingo, 19 de abril de 2009

Sabor exótico: mangostin



Saiu na FolhaOnLine: "De casca grossa e roxa, quase negra, o mangostin (ou mangostão, como também ficou conhecido) é nativo da Ásia e cultivado em regiões tropicais, inclusive no Brasil.

"A fruta chegou ao país nos anos 40, no Pará, mas está aparecendo agora no mercado. Atualmente, é cultivada no sul da Bahia, no Pará e, em pequena escala, no Espírito Santo e em São Paulo, onde as condições de solo e clima são favoráveis", afirma Jocelem Mastrodi Salgado, presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais e professora de nutrição da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), da USP (Universidade de São Paulo).

Diz a lenda que a rainha Vitória (1819-1901), da Inglaterra, teria considerado o mangostim a fruta mais saborosa do mundo, o que lhe valeu a alcunha de "rainha das frutas". "


Minha opinião: Hummm é gostoso mas não vale o preço que pedem!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Papatinhos vermelhos



Me sinto a própria Dorothy do Mágico de OZ com eles!

domingo, 22 de março de 2009

A saga da panela de pressão


E não é que a tal panela de pressão tem sido usada semanalmente? A brincadeira desta semana foi outra carne que me lembra comida de mãe: músculo! Óbviamente outra iguaria que sempre vi pronta no meu prato... desta vez pedi dicas pra minha mami por email (e viva a internet!!!). Ficou bom, mas nada parecido com o prato que ela preparava, ainda mais que no açougue o moço perguntou se era pra cortar em cubos e eu concordei... acabei cozinhando demais e a carne desmanchou toda! Da próxima vez sai melhor, não dá pra acertar sempre também...

Mas isso não é tudo... (por favor, me digam que lembram do 011 1406, precursor do Polishop!) aproveitei o caldo para fazer uma versão adaptada de "burguri"(um prato cipriota a base de trigo para quibe). Triguilho, cebola, cenoura e o caldo da carne! Tenho certeza que a Maroulou aprovaria!

Além de tudo isso teve a saga de encontrar carne melhor do que a que se encontra nos mercados por aqui (ou é congelada ou tem cara de velha, muuuito velha!). Eu conhecia o Açougue T-Bone por causa da iniciativa deles Paradas Culturais (prateleiras com livros em paradas de ônibus para facilitar o acesso das pessoas a leitura), hoje foi a vez de ver a carne. A carne que estava nas vitrines estava brilhante e úmida, o moço que me atendeu usava uma luva de malha de metal para evitar acidentes (nunca tinha visto achei muito bem bolado isso), buscaram na câmara fria mais de uma peça para que eu escolhesse a que queria e além disso todo excesso de nervuras e gordura foi limpo com boa vontade (prestação de serviço aqui é péssimo, e não estou exagerando nem um pouquinho)! O fato de não estarem usando luvas de silicone nem toca para o cabelo, nem me chamou a atenção... o fato é: estou morando em Brasília e para o padrão daqui este estabelecimento é superior tanto em qualidade de atendimento quanto em qualidade do produto!

sábado, 21 de março de 2009

Amar é...


Amar é lembrar quem vai caminhar de levar dinheiro para tomar água de coco.
Amar mais ainda é trazer água de coco para quem ficou em casa!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Lagosta


O noivo de uma amiga é sócio em um restaurante chique, e como sempre tive curiosidade de saber que gosto tinha a tal da lagosta... humm nada demais! Minha próxima tentativa será em algum lugar a beira mar onde o tal crustáceo será fresco e com certeza mais barato... Decepção!
(Mas a foto que escolhi para ilustrar o post é bonitinha, né?)

domingo, 15 de março de 2009

http://www.umsabadoqualquer.com/



Essas são tirinhas imperdíveis (clique nas ilustrações que usei aqui para ampliá-las!)

quinta-feira, 12 de março de 2009

Prova cabal!


Aí estão um homem que odeia gatos e uma gata que despreza homens!
Acredita quem quer, né?

terça-feira, 10 de março de 2009

Minha mãe me ama muito, mesmo, de verdade!



Eu faço parte de um seleto grupo de pessoas que não vê nada de especial em picanha nem em filé mignon, pra nós bom mesmo é língua de boi, rabada, matambre, moela e afins. No final de semana vi uma promoção de rabo de boi e minha boca começou a salivar... só havia um problema: nunca simpatizei muito com panela de pressão, ok, admito: sempre tive MEDO de panela de pressão! Aquelas panelas chiadoras com certeza se viessem a explodir fariam comigo na frente delas... esse e outros pensamentos aterradores sempre pulularam em minha mente fértil. Mas o desejo de sentir aquela carne macia que se solta do osso, aquele caldo forte que precisa ser diluído umas milhares de vezes e que mesmo assim continua sendo um veneno pra silhueta e pro fígado... hummm superei meu medo das panelas! É óbvio ululante que eu nunquinha na vida tinha preparado uma rabada. Rabada é um prato que sempre vi pronto, e que lembrava vagamente da minha mãe comentar que era chatinho de preparar porque tinha que tirar a gordura da carne antes e depois de cozinhar. Definitivamente, minha mãe tinha razão: dá trabalho! Mãe, muito obrigada por me amar tanto e ter preparado rabada tantas vezes especialmente pra mim! :D

quinta-feira, 5 de março de 2009

A falsa magra





Olhem bem essas fotos.
A Mitsy vista de dois ângulos diferentes.
Em um parece uma bola de tão obesa e no outro tá quase subnutrida de tão magrinha!

segunda-feira, 2 de março de 2009