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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Alarido: presentes de Natal!


Faltam pouquíssimos dias para o Natal e é claro que sempre fica um ou outro presente para trás... e é claro que a grana fica especialmente curta nesta época do ano... e é claro que não queremos deixar as pessoas queridas sem pelo menos uma lembrancinha... Que tal usar criatividade, reutilização (Lembram dos 3Rs? Reduzir, reutilizar e reciclar.) e ainda pegar o povo pelo estômago???

A gente acaba sempre tendo um monte de embalagens de vidro vazias e não sabe o que fazer com elas. Aqui em casa resolvi usar uma embalagem em específico para guardar as castanhas (e afins) para não ocupar muito espaço (tanto na porta da geladeira quanto deitadas nas prateleiras ou mesmo naqueles cantinhos dos armários).

O vidro é bonito e a apresentação do conteúdo fica atraente. Para dar ainda mais charme dá para acrescentar decorações tanto na tampa como no vidro em si, vale desde fitinhas até algo carinhoso escrito na embalagem, mesmo, com aquelas canetas permanentes. O conteúdo pode variar de acordo com sua imaginação, habilidade e orçamento: balas (de côco, jujubas, caramelos...), castanhas, uma compota ou conserva feitas em casa, ou até mesmo salgadinhos (desses de pacote)! :)


sábado, 19 de dezembro de 2009

O que fazer com as sobras pré-festas?





Sempre vejo dicas para aproveitamento das sobras pós-festas, mas e o que fazer com aquelas coisinhas que ficam na geladeira antes de viajarmos? Junte tudo com arroz (o mais versátil dos alimentos) e crie um prato único! :)

O arroz rosado levou: arroz, manteiga (cujo sabor acabou sumindo), presunto, um pouquinho de leite (para aumentar a cremosidade), brócolis, gengibre japonês (em conserva, acrescentei depois do arroz cozido e o fogo desligado) e sal. Pois é, mas errei feio a mão no sal... eu conhecia as dicas de colocar pão adormecido ou batata para suavizar o sal... mas como estou limpando a geladeira não tinha estes ingredientes. E agora? Num momento de iluminação decidi adicionar um pouquinho de vinagre de maçã, e não é que resolveu?

O outro levou: arroz, óleo de milho, cebola, alho, e quando estava quase pronto acrescentei ricota, abobrinha e cenoura em cubos. Vocês me viram citar sal? Pois é, esqueci! E agora? Shoyo! Mais dois minutos da panela desligada e tampada e ficou prontíssimo para servir!

Medidas? Não sei! Sempre gostei de medir de olho.
Não tenho shoyo nem conserva de gengibre, e agora? Simples: use sal e tomate!

Outra dica. Sabe quando a banana fica madura demais e já não mais tão atraente esteticamente? Desperdício de comida? Nã, nã, nina, não! Descasque-a, corte ao meio, salpique com açúcar e canela e leve no forno convencional ou microondas brevemente para o açucar derreter e a sobremesa ficar perfumada. O prato, ainda quente, deve ser servido com iogurte natural ou (opção mais calórica) sorvete.

Aproveite sem culpa!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A árvore que abraça(va) uma rua







Poucos dias depois de ter tirado estas fotografias esta árvore foi podada... ela já não abraça rua nenhuma... espero que seus galhos voltem a envolver logo quem por ela passe.

sábado, 6 de junho de 2009

O ser humano também faz parte do meio-ambiente!


Vamos preservar a natureza, defender os bichinhos, colocar em prática os 3Rs (reduzir, reutilizar e reciclar) e tals, mas e que tal ajudar a alimentar quem não tem comida na mesa?

Há um projeto chamado FreeRice em que tudo que precisa-se fazer é escolher as respostas certas em um jogo de perguntas (os assuntos são: inglês (gramática e vocabulário), francês, alemão, italiano, espanhol, matemática (básica e multiplicação), geografia (identificação de países e capitais mundiais), química (símbolos da tabela periódica) e artes (pintores famosos).

A cada resposta correta os patrocinadores doam uns grãos de arroz para projetos mantidos pela ONU através do Programa de Combate à Fome Mundial.
Em outras palavras: enquanto você aprende ajuda a combater a extinção de vidas humanas!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Gatos e cachorros sem lar precisam de um clique seu


Até onde eu saiba em todos os cantos do mundo os CCZs (Centros de Controle de Zoonoses), os abrigos e as ONGs estão constantemente lutando com a falta de verba e espaço, o que acaba ocasionando um número enorme de sacrifícos (Pense nisso antes de comprar um bichinho de raça em uma loja! É impressionante o número de bichinhos (COM e sem raça) abandonados diariamente por aí.)

Que tal ajudar a alimentar gatos e cachorros que moram em abrigos?

Como assim??? Bem, clique nas palavras "gatos"ou "cachorros" acima e saiba mais! ;)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Dica da Mitsy: "kitty cat" granulado sanitário

Méééééééeeewwwww antes de começar minha coluna preciso espreguiçar e esticar minhas patinhas!

Humanos, prestem atenção: nós felinos odiamos nossas liteiras sujas, e mesmo limpas temos horror a resquícios de odores desagradáveis!

Aqui em casa depois de incontáveis experiências chegamos a um produto que agrada a todos nós (meus humanos até deixaram de usar máscaras anti odores). Em boas pet shops (está cada vez mais fácil encontrar) há um granulado sanitário (vulgo areia para gatos) feito de madeira. O produto é um pouco mais caro que o convencional, porém, contudo no entanto, todavia: é ecologicamente correto (feito de refugo de madeira), biodegradável e o melhor de tudo neutraliza em quase 100% os odores do meu banheirinho!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Ecobags X sacola de plástico descartável


Ecobags são super fashion no Brasil desde uns dois anos atrás. Com a moda das tais ecobags as sacolinhas plásticas de "supermercado" passaram a ser condenadas como sendo a pior invenção da humanidade (na Europa os supermercados cobram uma pequena taxa por sacola!). Até que ponto isso é verdade?

Aqui em casa usamos as duas sacolas. Tenho uma "ecobag", que é ecológica por não ser descartável. Na verdade, o material dela é algum sintético desses, que não é nada mais nada menos do que outro derivado de petróleo. Essa sacola é daquelas que sacoleiros usam para carregar "ïmportados irregulares" (mas fofa, com estampa do Mickey! ;) A sacola do Mickey serve tanto pra viajar, quanto para fazer feira. Todo mundo tem uma bolsa em casa meio encostada que pode servir muito bem para reduzir a produção de excesso de plástico.

Ao mesmo tempo não acho as sacolinhas de plástico de "supermercado" totalmente dispensáveis, pelo menos por enquanto. Claro que quando vamos ao super tento colocar o máximo de coisas o possível na mesma sacolinha, até mesmo para não gerar um excesso de volume ao guardá-las em casa (espaço é algo muuuuito precioso - principalmente quando se mora em 25m²!). Em casa elas não são imediatamente descartadas, viram: saco de lixo, toca para abafar cabelo com creme, enchimento de almofadas, além de serem reutilizadas como sacolas mesmo! Outras ideias de como elas podem ser reutilizadas?

Além disso, já vi muitas ecobags de material sintético por aí (que são tão poluentes quanto plástico). Por outro lado, há muita gente fazendo ecobags a partir de sacolinhas de filme plástico prensadas (com ferro de passar mesmo!). Vamos dar uma olhada em ideias do que fazer com as que já temos por aí? O "tio Google" pode ajudar um monte nessa pesquisa!

Para os defensores radicais do banimento das sacolas de filme plástico tenho duas perguntas:

1) Será que ao invés de estimular ainda mais o consumo (tão fashion ter uma bolsa estampada "I'm not a plastic bag"), não seria melhor reavivar a campanha dos 3Rs (Reduzir, reutilizar e reciclar)?

2) Se o seu lixo doméstico não é coletado em sacos plásticos, como vocês o descartam?

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Um livro puxa outro


Desde que conversei com o Marquinhos decidi presenteá-lo com "Amor nos Tempos do Cólera" - ele mostrou especial curiosidade pelo García Márquez, e essa foi a obra dele que mais gostei.

Sempre houve um sebo (loja de livros usados) perto dos lugares onde morei (durante a faculdade era frequentadora assídua). O grande problema de sebos é sempre há mais um tomo gritando: "Me leeeeeva!" (em tom clemente), "Como você pode viver sem mim?!"(fazendo cara de coitadinho!), "Vais reistir a curiosidade de conhecer minha(s) história(s)???"(com olhar sedutor!), e por aí seguem os apelos.

Aqui em Brasília minha sina me acompanhou e menos de cinco minutos daqui há um desses templos do desejo... O Sebinho além de ser a uma "página"de casa, é limpo, amplo, arejado e bem organizado. Felizmente logo que cheguei encontrei "O Amor nos Tempos do Cólera" se exibindo maliciosamente com sua capa azul inconfundível. Ok. Estou salva! Já achei o que queria e vou embora... Ledo engano!

Meus olhos me traíram e começaram a passear pelas lombadas adjacentes, nada irresistível... ATÉ QUE dei de cara com a coleção completa da Rosamunde Pilcher! "O Catadores do Conchas" foi um livro que realmente mudou minha visão sobre a velhice (li durante a adolescência), até então eu era mais uma entre os incautos que crêem que a partir de uma certa idade todos são bonzinhos e que nunca foram jovens e tiveram sonhos e aventuras...Esse eu recomendo mesmo! (Ahhh, muitos anos depois caiu em minhas mãos outro livro dela "Setembro" o enredo era interessante, mas o mais marcante para mim foi a falta de cuidado apresentado pelo tradutor e editores daquela versão, dava claramente para "ver" o texto original em inglês através daquelas , literalmente, mal traçadas linhas.)

Logo ao lado dessa coleção me deparei com "Dewey - Um gato entre livros" (uma obra falando em gatos e livros!!!!), claro que com aquela capa fofa imediatamente pulou no meu braço, se aninhou e veio comigo até em casa! Como tinha encontrado Rosamunde Pilcher em português não resisti e fui dar só uma espiadinha nas prateleiras de literatura em língua inglesa para ver se encontrava algum texto original, sabe como é... não custa nada... vai que... (Desculpas esfarrapadas de alguém que está louco para cair em tentação!!).

Claro que no caminho outra prateleira hipnotizou-me, e lá no cantinho de maneira discreta, quase se escondendo havia uma versão encadernada do "Dom Quixote". Para minha enorme surpresa o exemplar azul amarelado do García Márquez era mais caro do que a versão novinha em capa dura vermelha (amo vermelho!) com letras douradas do Cervantes. Sinto muito, mas o colombiano foi preterido! (Outros clássicos exibidos se atiravam de maneira escandalosa sobre mim, mas fui forte, resisti e segui olhando para o chão em direção aos livros em inglês.)

Não encontrei a inglesa no original (ainda bem), mas havia vários volumes do John Grisham!!!! Em suma: fui atrás de um amor que levou décadas para virar carnal e saí com um cavaleiro delirante, um gato e um advogado!

PS.: Lembro que nas aulas de economia doméstica (meu colégio de primeiro grau era muito tradicional) de que não deveríamos ir ao mercado sem uma lista objetiva, com fome e/ou acompanhadas de crianças. E no sebo? Ok, levamos a lista e uma viseira???

sábado, 3 de janeiro de 2009

Umidade relativa do ar


Eu sempre ouvia falar nessa tal de "umidade relativa do ar"ficava intrigada, mas não tinha a menor ideia do que era de verdade...

Olha as explicações que encontrei:

http://ciencia.hsw.uol.com.br/questao651.htm

O que é umidade relativa do ar e como ela nos afeta?

Ouvimos falar sobre umidade diariamente nas notícias de meteorologia. A umidade é o que provoca aquela sensação estranha de ar pesado e úmido que sentimos em alguns dias de verão.

Podemos medir a umidade de várias maneiras diferentes, mas a umidade relativa é a mais comum. Porém, para entendermos a umidade relativa, é preciso compreendermos a umidade absoluta antes.

A umidade absoluta é a massa de vapor d'água dividida pela massa de ar seco em um volume de ar a uma temperatura específica. Quanto mais quente o ar, mais água ele comporta.

Já a umidade relativa é a razão entre a umidade absoluta atual e a maior umidade absoluta possível (que depende da temperatura atual do ar). Quando os instrumentos indicam umidade relativa de 100%, isso quer dizer que o ar está totalmente saturado com vapor d'água e não pode conter nem um pouco a mais, criando a possibilidade de chuva. Mas isso não significa que a umidade relativa deva ser de 100% para que chova - basta que seja 100% onde as nuvens estão se formando. Enquanto isso, a umidade relativa próxima ao solo pode ser muito menor.

Somos muito sensíveis à umidade, já que a pele precisa do ar para se livrar da umidade que nossos corpos produzem. O processo de transpiração do corpo é uma forma de mantê-lo frio e permanecer com a temperatura atual. E se o ar tiver umidade relativa de 100%, esse suor não irá evaporar no ar, o que faz com que o clima pareça estar muito mais quente do que a temperatura indicada nos termômetros e nos noticiários. Caso a umidade relativa esteja baixa, sentimos que a temperatura está muito menor que a temperatura real porque nosso suor evapora facilmente e nos resfria. Por exemplo, se a temperatura do ar estiver em 24º C e a umidade relativa estiver em 0%, a temperatura do ar parecerá estar a 21º C para os nossos corpos. No entanto, se a temperatura do ar for de 24º C e a umidade relativa for de 100%, vamos achar que a temperatura é de 27º C.

As pessoas costumam se sentir mais confortáveis quando a umidade relativa está por volta de 45%. Equipamentos como umidificadores e desumidificadores ajudam a manter a umidade de locais fechados em um nível confortável.


http://www.infoescola.com/meteorologia/umidade-relativa-do-ar/

A umidade relativa do ar é a relação entre a quantidade de água existente no ar (umidade absoluta) e a quantidade máxima que poderia haver na mesma temperatura (ponto de saturação). Ela é um dos indicadores usados na meteorologia para se saber como o tempo se comportará (fazer previsões).

Essa umidade presente no ar é decorrente de uma das fases do ciclo hidrológico, o processo de evaporação da água. O vapor de água sobe para a atmosfera e se acumula em forma de nuvens, mas uma parte passa a compor o ar que circula na atmosfera.

Porém, o ar, assim como qualquer outra substância, possui um limite até o qual ele absorve a água (ponto de saturação). Abaixo do ponto de saturação, há o ponto de orvalho (quando a umidade se acumula sob a forma de pequenas gotas ou neblina) e, acima dele, a água se precipita na forma de chuva.

A umidade relativa do ar vai variar de acordo com a temperatura (a 0ºC a umidade relativa do ar é de 4,9g/m³ e a 20ºC é de 17,3g/m³), a presença ou não de florestas ou vegetação, rios e represas (desertos, por exemplo, tem a umidade relativa do ar muito baixa) e, mesmo, à queda da temperatura (orvalho).

Em um deserto a umidade relativa do ar pode chegar a 15%, sendo que a média mundial é de 60%.

Quando a umidade do ar está muito baixa, ou mesmo, muito alta pode haver problemas, principalmente respiratórios. Com a umidade muito baixa (menos que 30%), as alergias, sinusites, asmas e outras doenças tendem a se agravar. Já, quando a umidade relativa do ar é muito alta, podem surgir fungos, mofos, bolores e ácaros.

O curioso é que mesmo quando a temperatura está baixa (mais ou menos 24ºC), se a umidade relativa do ar for muito alta, você sente calor do mesmo jeito, porque o suor evapora de sua pele com mais dificuldade o que faz com que a sensação térmica seja mais alta. Da mesma forma, se estiver muito quente e a umidade relativa do ar muito baixa, você conseguirá suportar até 37ºC sem passar mal porque seu suor evaporará mais rápido resfriando seu corpo.

O instrumento usado para medir a umidade relativa do ar é o higrômetro. Ele geralmente é feito usando-se sais de lítio que apresentam uma resistência variável de acordo com a quantidade de água absorvida.

Bibliografia (entra nestes sites tbm!)

http://www.etec.com.br
http://www.cpa.unicamp.br

Espero que tenha sido proveitoso!

domingo, 13 de janeiro de 2008

Cogumelos...





Quando eu era criança observei pela primeira vez como o formato de tampas de espumantes lembrava cogumelos... nunca deixei de achar essa semelhança marcante. Várias vezes pensei em coletar algumas dessas tampas para transformá-las em cogumelos, mas pintar uma por uma de vermelho e depois fazr as bolinhas brancas era trabalho demais... mas nada como um pequeno retalho de tecido petit poá.
Voilá! Aqui temos um pingente/pendente/móbile para decorar a casa com um pequeno cogumelo na ponta!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Conta de luz


Hoje chegou a conta de luz - a primeira depois que passei a desligar a televisão e não deixar mais o computador ligado direto.

O consumo de dezembro foi 115kWh e em janeiro 77 kWh.

E no bolso a diferença foi de quase R$ 20!

Como será a conta em fevereiro? Esse calor está me impedindo de ligar o chuveiro...

A água vinda da caixa d'água vem quente!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Uma questão de ponto de vista






O lixo de uns é o luxo de outros.


One's trash is someone else's treasure.


A "mensageira da criatividade" foi chamada para recolher o "lixo" de uma casa... ouro puro! Consegui até uma fita VHS e uma K-7 para usar como fita de presente!
Mas, entre vários achados, a idéia mais interessante foi a mesa de apoio que teve longa vida: estruturas de isopor (daquelas que protegem eletrodomésticos grandes) empilhadas e mantidas juntas com fita adesiva, e para que esse peça ultra funcional ficasse charmosa e não lembrasse em nada "restos" foi coberta elegantemente com um retalho de material emborrachado antigo com uma estampa muito sutil.
Parabéns Cecília, amei a idéia! (Pena que não tirei uma foto!)

Bem, mas a Cecília tirou uma foto, não só tirou como enviou uma pra ser compartilhada! Conseguem ver o detalhe da estrutura de isopor que não foi coberta com o emborrachado?

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

5 pila a menos na conta de luz


"Se nós pudéssemos ver a energia que estamos a consumir, a nossa postura perante o desperdício talvez fosse outra. Esta é a proposta do Interactive Institute. Uma extensão que, se estiver a ser percorrida por corrente eléctrica, brilha consoante a intensidade da mesma. Mais consumo, um brilho intenso, menos consumo, o cabo aproxima-se do normal."

Por meses (confesso!) meu PC só era desligado uma vez a cada 15 dias (or so). Bem, umas semanas atrás comecei a ler mais sobre atitudes "greener" (como prejudicar menos o planeta) e apesar de concordar plenamente com Reduzir, Reutilizar e Reciclar percebi que poderia reduzir ainda mais meu consumo de energia elétrica...

O simples fato de ligar o computador de manhã e desligá-lo a noite e manter a televisão desligada da tomada (todo aparelho que fica com luzes ligadas quando não estão sendo utilizados também consumem energia) já reduziu 5 pila (gauchismo!!!) na minha conta de luz... estou curiosa em saber quanto será a conta cobrada em fevereiro...

Que tal manter TV, DVD, aparelho de som, microondas e afins desligados da tomada? Vamos combinar que não é nenhum sacrifício mas já uma atitude simples que ajuda...

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Greener... Como poupar o planeta sem fazer sacrifícios



Sustainable Lifestyles

Cleaning
  • Use non-toxic, environmentally safe, biodegradable cleaning products, including laundry products, which you can find at any natural grocery and even many mainstream stores. Just read the labels carefully.
  • Don’t pollute your indoor air or mask odors that could alert you to a problem. Choose fragrance-free products.

Transportation

  • Buy a high-efficiency car if you can afford one. Check the U.S. Department of Energy’s list of most fuel-efficient cars to find the one that’s right for you.
  • Rather than driving your car to work every day, try other ways, even if only one or two days a week. You can walk, ride your bike, take the bus or the train or join a car. You’ll be cutting down on air pollution, greenhouse gas emissions, oil consumption and your the costs of fueling and maintaining your vehicle. And mixing up your commuting routine helps you avoid falling into the workday rut.

Personal practices

  • Buy locally produced items, including produce and other goods. It reduces the amount of fossil fuels required to transport the things you buy from other parts of the country or the world. It also reduces the amount of plastic and paper products consumed in the packaging of such far-traveling products. Buying local reduces the consumption of valuable natural resources
  • Instead of using grocery stores’ disposable plastic or paper bags, bring your own reusable tote bags, which are available for sale at many grocers and other retailers. The bags are sturdier than disposable bags, making the trip home easier, and they don’t waste resources or end up in landfills. If you must use disposable bags, ask your bagger to avoid double-bagging whenever possible.
  • Use nontoxic gardening techniques. Many gardeners over-apply or improperly apply pesticides, putting themselves, their families and pets at increased health risk. Nearly half of all households have pesticides stored within reach of children. About 230,000 people each year are treated in hospital emergency rooms for injuries related to various lawn and garden tools. Our clean air and drinking water are affected by pesticides and garden equipment emissions.
  • Urge your school district to construct new green schools and undertake green renovations of existing schools for your children.
  • Advocate for green building codes and regulations in your community.
  • Switch to socially responsible investing.

Energy

  • Unplug the “secret energy addicts” in your home: TVs, VCRs, DVD players, cable TV boxes, computers and printers, video game consoles, microwave ovens and AC adapters for cell phones, digital cameras and other electronics. Most electronic equipment, including anything that uses a remote control, is designed to consume energy when it is turned off. That “off” setting is actually a “standby” or “idling” mode. Standby power in the average household consumes 1,000 kilowatt hours of electricity annually. That’s enough energy to power an entire home for two months, or more. The solution? Unplug anything that isn’t being used.
  • More and more utility companies are offering their customers the option to purchase green power – electricity generated by rapidly renewable resources like solar power, wind turbines, geothermal systems and biomass – to power their homes. Generally, green power adds $2 to $3 a month to your utility bill while helping to combat global climate change and America’s dependence on foreign oil.
  • Use compact fluorescent lamps in your lights.
  • Wash your clothes in cool rather than hot water.