sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Panela de pressão


Minha sogra nos deu uma panela de pressão pequena (3 litros) de presente.
Ele está felicíssimo, finalmente faremos feijão em casa em menos de duas horas!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Bixo Unb


Agora é oficial: estou matriculada na minha nova ênfase em Letras (pois é, isso que dá um mesmo curso ter várias ênfases diferentes e interessantes!) agora estou cursando Licenciatura em Português Brasileiro como Segunda Língua!
Uau, quando eu poderia imaginar que faria vestibular novamente depois dos 30!? Eu me amo!!! :P

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Possibilidade de mudanças causadas pelas crises

Honestamente não sei se esse texto é mesmo de autoria do Einstein, mas gostei da mensagem!

A crise segundo Einstein

Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.

Quem atribue à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"

Albert Einstein

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Água de coco e gentileza




Dias atrás comecei a dar aulas na Esplanada dos Ministérios (me senti tão importante entrando em um ministério como prestadora de serviços! Qual a importância? Simples: através da educação estou efetivamente ajudando o Brasil ir para frente!) e hoje fui à escola pegar mais material.
Decidi voltar caminhando (oito quadras brasilienses). No caminho tinha que passar na frente do parque Olhos D'água. Sempre que caminho lá levo uma moeda de R$1 para tomar água de coco, mas sempre tive vontade de sentar e tomar água no coco mesmo e depois ainda comer a polpa... Finalmente hoje era a oportunidade perfeita!
Dei uma de criança gulosa e depois de estar com o coco rachado mais do que limpo perguntei pro moço se ele se importaria em rachar mais um coco pra mim... tava com desejo de comer aquela polpa molinha, quase transparente e refrescante. Pois não é que o moço se empolgou e rachou mais quatro cocos (acho que foram cinco!) para mim?! Mais do que satisfeita quis pagar pela polpa e pela gentileza dele (esses cocos que ele abriu já estavam sem água e iriam para o lixo), ele se recusou veementemente a receber. É nesses momentos que minha fé na humanidade é reestabelecida!
Parêntese (ou parêntesis, como preferirem!): algum tempo atrás o Fernando dizia que se tudo desse errado na vida o plano B seria virar vendedor de coco na praia. Eu acho que seria mais lucrativo fazer isso nos parques de Brasília - é incrível a oferta e procura, às vezes chega a ter mais de quatro banquinhas diferentes uma logo após a outra.

Bad bus day


O calendário já prenunciava o começo do meu dia: sexta-feira 13 (e euzinha iludida sempre achei que esta era uma data cheia de bons presságios!).
Depois de mais de 10 minutos na parada como minha zebrinha (para os não brasilienses = microônibus laranja listado) não vinha e para evitar atraso resolvi pegar um ônibus comum. Que erra crasso!
O ônibus deu uma volta enooooorme e ainda parou na rodoviária (no horário que eu deveria estar entrando em sala de aula). O motorista foi suuuuuuper solícito e me encaminhou para outro ônbus que sairia em seguida. Tudo muito bem e muito bom não fosse o fato deste estar indo na direção NORTE e não SUL!
Resumo da ópera: peguei 3 ônibus para um trajeto que normalmente faria em 20 minutos! No meio dessa tranqueira consegui avisar minha alunas do meu atraso, mas apesar disso elas só chegaram mais de 20 minutos depois de mim! Pra que tanta correria? Ahhh se eu tivesse uma bola de cristal para prever o futuro...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Gata no chão?




Quem disse que a Mitsy é uma gata? Ela só não foi informada disso, continua se vendo como um ser superior... seres superiores sentam em cadeiras e dormem em camas, é óbvio!!!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

French or English?


Com muita frequência as pessoas têm dúvidas quanto ao uso e pronúncia de palavras de origem francesa em inglês. Em uma das minhas pesquisas diárias encontrei o texto abaixo que explica de forma bastante sintética e objetiva a existência de algumas das palavras francesas em inglês.
Ladies and gentlemen, with you Mr. Alan Townend:

Dear Friend,
Today you'll learn why so many French words have been absorbed into the English language: The one date which schoolchildren in Britain never forget is the year the Norman French invaded the English coast, defeated the English king Harold and virtually took over the running of most of what today we call Britain. The year was 1066. Many changes followed.


The major change I want to talk about is the influence that French had on the language. When I say the language, I am referring to a very early form of English that we call Anglo Saxon because before 1066 the islands of Britain had been invaded by many different nationalities and many words had been taken into the language but French had the greatest influence. As you can imagine, the invaders (the Norman French) lived a good life and the local population did all the hard work. We can see the different words in relation to food. The locals used the words pig, cow and chicken because they looked after the animals. The landowners, the Norman French, of course knew nothing about pigs because they just ate the pork, they weren't interested in cows because they ate the beef and what did they know about chickens? As far as they were concerned, it was the poultry that ended up on their table. These are simple examples of two words for the same thing and the word you used then depended on whether you were the farm worker or the eater. This dual strand not only refers to animals and food but also to many different words in every area of the language. I'll mention just three examples. We have the French/Latin verb 'commence' and the Anglo-Saxon word 'begin'. Both mean the same in the sense of the first time something happens but they are not interchangeable as we use them in different contexts. 'Commence' is usually used in official language: 'The new government scheme to help the unemployed commences on January 1st 2004. 'Begin' is much more general: 'At what time do you begin work in the morning?' 'Demand' and 'ask' are two words you use when you want somebody to do something for you. 'Demand' is very strong in meaning where you are giving the other person little choice: 'The army sergeant demands complete obedience to every order that he gives the soldiers'. 'Ask' is much gentler: 'He raised his hand because he wanted to ask me a question.' The last pair: 'Finish' and 'end'. This is more difficult. 'Finish' is used when the conclusion/last part is expected as in: 'The concert finishes at 8 0'clock'. 'End' on the other hand often indicates the last part of something more serious as in: 'The whole country went crazy when they heard that the war hand ended. I'm sorry it's so complicated but don't blame me - blame the French, it's all their fault!

Alan Townend

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Kart e jardim botânico




Nesse sábado foi a primeira Corrida dos Amigos do ano (kart). No campeonato do ano passado o Fernando ficou em primeiro lugar. Para estreiar bem o campeonato deste ano ele terminou em segundo, porque tinha um cara de fora correndo na mesma bateria que eles!

Domingão dia de explorar os pontos turísticos da cidade... depois de atravessar meia cidade (fizemos o caminho mais longo o possível porque não conhecíamos a região) finalmente chegamos ao Jardim Botânico do Distrito Federal... que decepção! É só uma área com plantas identificadas com plaquinhas, mas sem infraestrutura que preste maiores informações e pra completar metade das "atrações" estavam fechadas para reforma... Felizmente o guarda do parque, Vilmar, foi extremamente solícito e nos deu várias informações além de contar animadamente curiosidades do local.

Na saída do parque um carro atravancava nosso caminho (a rua é mão única e só passa um carro de cada vez!). Ainda bem que o motorista da frente resolveu andar em passo de lesma porque daí nosso passeio realmente valeu a pena, na árvore havia dois micos (ou seriam saguis!?).