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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O melhor restaurante de Brasília: La Benedicta


Sabe aqueles dias em que você não quer cozinhar? Sabe aqueles dias que você simplesmente não quer cozinhar porque já está quente e a simples ideia de ligar uma trempe de fogão já faz com que o seu "apertamento" fique sufocante?
Pois é, o F chegou em casa com aquela cara de que tinha tido um dia "amostra grátis do inferno", louco para jogar a roupa pelo meio do caminho mesmo, colocar um belo par de havaianas e não fazer nada com uma lata de Heineken e o controle do videogame nas mãos. Bem, eu estava com fome e sem a mínima vontade de morrer sufocada. "Coloca uma sandália e vamos comer qualquer coisa na rua?". Sem achar esta a ideia mais motivante da face da Terra ele concordou.
Dentro do carro veio aquela pergunta: "Aonde você quer ir?". Resposta: "Surpreenda-me!". Putz, ele tava tão esgotado que nem esforço mental era possível... Tava pensando em algo rápido, mas ao mesmo tempo lembrei de um restaurante perto de casa que nos foi recomendado meses atrás (valeu Estefânio!).
O La Benedicta é surpreendente já pela sua localização, ao lado do Parque Olhos d'Água. Nesta região há abundância de opções gastronômicas, mas nada que se compare a sofisticação deste bistrô.
Fomos recebidos pelos donos, Ana Stellato e Wagner Divério. O espaço é bastante amplo e ao mesmo tempo aconchegante. A decoração é inusitadamente divertida: cada cadeira é de um modelo harmonicamente diferente e também são combinadas com sofás (sim estes assentos são devidamente acompanhados de mesas para refeições) e nas mesas já postas, os copos/taças seguem o mesmo estilo lúdico (coloridas e de modelos variados).
O cardápio é um pouco desnorteador pela quantidade de opções tentadoras. Siga as sugestões da chef, nós não nos arrependemos mesmo! Nosso cardápio: um vinho chileno (que não consigo lembrar o nome , porém formidável do começo ao fim da refeição), Pão dos deuses (uma bruschetta divina, grande, banhada em azeite de oliva com alho assado), Fuscão preto (risoto de grão negro e linguiças artesanais, com um pedaço enorme de parmesão gratinado - não gosto muito de linguiça, mas esta combinação... hummm!) e creme brule de maracujá vermelho (o aroma desta sobremesa é indescritível!). E como se tudo isso não bastasse, depois do café (blend cremoso de cafés mineiros), com a conta ainda foi servido chocolate belga flavorizado com laranja, reduzido com champagne e com sementes de papoula (Ana me desculpa se a descrição não está na sequência correta!).
Esta foi a melhor experiência de turismo gastronômico do ano em todos os quesitos imagináveis: ambiente perfeitamente sofisticado sem afetação (nós fomos com a primeira roupa que vimos pela frente e isso não fez a menor diferença), atendimento acolhedor dando a sensação que éramos convidados na casa deles (os donos pediram milhares de desculpas por estarem sem garçons nesta noite então eles mesmo estavam atendendo as mesas, o que para nós foi o máximo, desta forma tivemos a oportunidade de conversar e conhecê-los um pouquinho), além do atendimento acolhedor, algo que fez toda a diferença, foi a chef ter convidado o auxiliar dela, o William, para nos apresentar (como é bom quando bons profissionais sabem dividir os louros!), cardápio irresistível (com certeza teremos que voltar outras vezes), e a conta foi absurdamente justa com a qualidade oferecida!
O único risco é vocês quererem passar a frequentá-lo diariamente!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Julie & Julia







O enredo é bastante simples: uma mulher, chamada Julie, nos anos 2000 tem um trabalho burocrático e deprimente (tele-atendente que recebe reclamações de parentes de vítimas das Torres Gêmeas), como ela anda bem desanimada o marido sugere que ela crie uma meta e surge a ideia de escrever um blog sobre o passatempo favorito dela: culinária, (ela cozinha quando chega em casa para relaxar). Muito bem, muito bom... como fazer um recorte dentro deste tema enorme?
Bem, Julie escolheu recriar todas as receitas do livro escrito pela Julia Child (uma culinarista americana que tinha um programa de tv nos mesmos moldes da Maravilhosa Cozinha da Ofélia).
A Julia morou na França com o marido (que era diplomata), pela primeira vez, lá pelos meados dos anos 40. Como "esposa" (e dondoca) não é profissão e muito menos passatempo para ninguém, ela decidiu fazer uns cursos para ocupar seu tempo livre (era só o que ela tinha!). Nada realmente a completava até que um dia o marido sugeriu que ela fizesse um curso de culinária por ela gostar muito de comer! Pois é, a mulher sabia realmente apreciar os sabores de um bom prato, mas mal sabia picar cebolas e encarou o Le Cordon Bleu.

Este filme com (a sempre maravilhosa) Merryl Strip me remeteu a vários outros filmes e situações:

( 5) Quando era criança minha mãe sempre ia à feira nos sábados de manhã. Ao mesmo tempo que ficava fascinada por ela conhecer a maior parte dos feirantes me sentia constrangida de ver ela pechinchar. Muitos anos depois é que descobri a graça da arte de negociar os preços, não é o valor em si, mas o poder de persuasão! :) Ir à feira é um hábito que incorporei a partir do momento que realmente assumi as rédeas da minha vida (e sofri tanto aqui em Brasília até descobrir que feira aqui só no CEASA! Não vivo sem!).

(3 - 4) Amo de paixão o modo Amélie Poulain de viver, especialmente duas cenas do filme, uma em que ela devora framboesas que encaixou na ponta dos dedinhos e quando descreve a sensação relaxante de mergulhar as mãos em um saco de grãos! :)

(1 - 2) A primeira animação que o F me convenceu a assistir com ele (até então, eu achava que toda animação era filme para criança, tolinha!) foi Ratatouille. Aquele ratinho se sentia frustrado por seus pares só saberem devorar a comida sem primeiro se deixarem envolver pelos aromas, texturas, combinções e muito menos pelos sabores. E não é que este ano em um passeio em Gramado-RS eu tirei uma "foto-símbolo" lambendo uma colher gigante de uma das personagens em tamanho gigante??? Me senti igualzinha uma criança! :)

domingo, 13 de dezembro de 2009

Fondue chinês, imperdível!


Aqui perto de casa tem um restaurante chinês autêntico (com frequência tem clientes chineses por lá). Ele é o legítimo 3B: bom, bonito e barato (e perto de casa!). Mais de uma vez que estivemos no Restaurante Pequim vi sendo servido em outras mesas um prato enorme com comidas cruas (acelga, couve chinesa, brócolis, cogumelos, ovos de codorna, tofu, harussamen - um macarrão de "feijão verde" -, tofu, carne, frango, peixe, lula e camarão), sobre a mesa era colocado também um fogareiro com uma panela cheia de um caldo fumegante (é apimentado na medida!). Vasculhando o cardápio (adoro lê-los!) deduzi que era o tal do Fondue Chinês. O princípio é o mesmo do fondue europeu, vários ingredientes são cozidos em uma panela comum, mas servidos individualmente.
É difícil descrever o sabor, o caldo é saboroso por si só ( não sei a receita, mas tem algo picante e uns grãos de alguma leguminosa), quanto mais ingredientes são inseridos na mistura mais gostoso fica. A porção serve plenamente quatro comensais esfaimados (pelo valor módico de R$ 68 por panela, independente do número de clientes).
Por mais guloso que você seja (o meu caso) a sensação é de absoluta satisfação, mas nunca de estufamento. Sugiro que peçam um bule de chá de jasmim para acompanhar.
Na segunda vez que pedimos este prato descobri algo que me fez entender a dinâmica, cardápio e decoração do lugar: o proprietário, cozinheiro e maitre do Restaurante Pequim (SCLN 405 Bl C Lj 15, Tel 3347 1044 ou 3347 3865) foi responsável por quatro anos pela gastronomia da Embaixada da China em Brasília!

Imagem: Como nunca lembrei de tirar fotografia do prato, peguei esta imagem do link: http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.correiobraziliense.com.br/files/app/foto184/gastro4_1.jpg&imgrefurl=http://www.correiobraziliense.com.br/app/foto184/2009/06/26/fotos,i%3D43/GASTRONOMIA%2BFONDUE.shtml&usg=__8CVUMf6hqhMsHwoycVcyRhFYwHg=&h=55&w=82&sz=3&hl=pt-BR&start=3&um=1&tbnid=gssEJsPkk9TX3M:&tbnh=50&tbnw=75&prev=/images%3Fq%3D%2522correio%2Bbraziliense%2522%2B%252B%2B%2522fondue%2Bchin%25C3%25AAs%2522%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26um%3D1

sexta-feira, 26 de junho de 2009

domingo, 31 de maio de 2009

Surpresas no supermercado



Adoro passear em supermercado!
Geralmente tenho uma lista das coisas que quero ou preciso, mas gosto muito de olhar produtos e embalagens novas. Os pontos altos da minha lista hoje eram alface americana e água tônica. Quando estava quase saindo da loja uma bebida cor de rosa bebê chamou minha atenção. E no rótulo estava grafado isotônico (grande coisa! humpf!), mas ao lado o sabor gritava para mim: LICHIA!!!
Bahhh desde que descobri o sabor irresistível dessa frutinha nesse verão meu mundo mudou, não vejo a hora de ser época de lichia novamente.
A embalagem é daquela de isotônico com bico tipo mamadeira, o líquido é rosa bebê (definitivamente parece perfume ou produto de limpeza), mas o sabor quase fez com que matasse minha saudade de lichia!

sábado, 30 de maio de 2009

Pitaya/Pitahaya/Thanh Long/Huo Lóng Guo/Dragon Fruit






Delícias exóticas são uma necessidade em minha vida!

A primeira vez que fui no CEASA aqui de Brasília meu grande objetivo era comprar Figo da Índia (um tipo de fruta de cáctus), infelizmente minhas expectativas foram frustradas.
Semanas mais tarde vi uma fruta linda, enorme, de um rosa vibrante e com "folhinhas" verdes que a faziam lembrar muito uma rosa gigantesca. Acontece que a Pitaia também uma fruta de cáctus!
Como cactáceas precisam de pouca água suas frutas são doces. Tanto a Pitaia como o Figo da Índia são cheios de sementes e são ótimos para o sistema digestivo. A Pitaia é muito saborosa (recomendo comê-la fresca, mas não gelada) conheço as variedades de polpa branca e "vermelha" (na verdade um rosa fúcsia), a polpa escura é mais doce - a aparência externa é igual, ambas são rosadas.
Pitaia é uma das frutas pela qual literalmente BABO!!!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Pães especiais


Conheço uma criança que tem várias alergias e, dentre elas, várias alimentares. O caso é tão complexo que o menino não pode injerir: leite, soja,,cacau, açúcar, ovos, carne vermelha e derivados destes produtos - além de outras restrições.

Em várias cidades do país há uma rede de padarias, Pão & Companhia, que é famosa (já foi indicada na Vejinha mais de uma vez) por seus produtos sem aditivos. Dia desses entramos para verificar se por acaso eles tinham algum produto que fosse compatível com a dieta limitada que tínhamos em mente. Surpresa! Eles não só tinham, como tinham mais de um tipo de pão que encaixava nas especificações.

Fica aí a dica para quem tiver intolerância a lactose, não puder comer glúten e outras restrições do gênero.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

domingo, 19 de abril de 2009

Sabor exótico: mangostin



Saiu na FolhaOnLine: "De casca grossa e roxa, quase negra, o mangostin (ou mangostão, como também ficou conhecido) é nativo da Ásia e cultivado em regiões tropicais, inclusive no Brasil.

"A fruta chegou ao país nos anos 40, no Pará, mas está aparecendo agora no mercado. Atualmente, é cultivada no sul da Bahia, no Pará e, em pequena escala, no Espírito Santo e em São Paulo, onde as condições de solo e clima são favoráveis", afirma Jocelem Mastrodi Salgado, presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais e professora de nutrição da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), da USP (Universidade de São Paulo).

Diz a lenda que a rainha Vitória (1819-1901), da Inglaterra, teria considerado o mangostim a fruta mais saborosa do mundo, o que lhe valeu a alcunha de "rainha das frutas". "


Minha opinião: Hummm é gostoso mas não vale o preço que pedem!

domingo, 22 de março de 2009

A saga da panela de pressão


E não é que a tal panela de pressão tem sido usada semanalmente? A brincadeira desta semana foi outra carne que me lembra comida de mãe: músculo! Óbviamente outra iguaria que sempre vi pronta no meu prato... desta vez pedi dicas pra minha mami por email (e viva a internet!!!). Ficou bom, mas nada parecido com o prato que ela preparava, ainda mais que no açougue o moço perguntou se era pra cortar em cubos e eu concordei... acabei cozinhando demais e a carne desmanchou toda! Da próxima vez sai melhor, não dá pra acertar sempre também...

Mas isso não é tudo... (por favor, me digam que lembram do 011 1406, precursor do Polishop!) aproveitei o caldo para fazer uma versão adaptada de "burguri"(um prato cipriota a base de trigo para quibe). Triguilho, cebola, cenoura e o caldo da carne! Tenho certeza que a Maroulou aprovaria!

Além de tudo isso teve a saga de encontrar carne melhor do que a que se encontra nos mercados por aqui (ou é congelada ou tem cara de velha, muuuito velha!). Eu conhecia o Açougue T-Bone por causa da iniciativa deles Paradas Culturais (prateleiras com livros em paradas de ônibus para facilitar o acesso das pessoas a leitura), hoje foi a vez de ver a carne. A carne que estava nas vitrines estava brilhante e úmida, o moço que me atendeu usava uma luva de malha de metal para evitar acidentes (nunca tinha visto achei muito bem bolado isso), buscaram na câmara fria mais de uma peça para que eu escolhesse a que queria e além disso todo excesso de nervuras e gordura foi limpo com boa vontade (prestação de serviço aqui é péssimo, e não estou exagerando nem um pouquinho)! O fato de não estarem usando luvas de silicone nem toca para o cabelo, nem me chamou a atenção... o fato é: estou morando em Brasília e para o padrão daqui este estabelecimento é superior tanto em qualidade de atendimento quanto em qualidade do produto!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Lagosta


O noivo de uma amiga é sócio em um restaurante chique, e como sempre tive curiosidade de saber que gosto tinha a tal da lagosta... humm nada demais! Minha próxima tentativa será em algum lugar a beira mar onde o tal crustáceo será fresco e com certeza mais barato... Decepção!
(Mas a foto que escolhi para ilustrar o post é bonitinha, né?)

terça-feira, 10 de março de 2009

Minha mãe me ama muito, mesmo, de verdade!



Eu faço parte de um seleto grupo de pessoas que não vê nada de especial em picanha nem em filé mignon, pra nós bom mesmo é língua de boi, rabada, matambre, moela e afins. No final de semana vi uma promoção de rabo de boi e minha boca começou a salivar... só havia um problema: nunca simpatizei muito com panela de pressão, ok, admito: sempre tive MEDO de panela de pressão! Aquelas panelas chiadoras com certeza se viessem a explodir fariam comigo na frente delas... esse e outros pensamentos aterradores sempre pulularam em minha mente fértil. Mas o desejo de sentir aquela carne macia que se solta do osso, aquele caldo forte que precisa ser diluído umas milhares de vezes e que mesmo assim continua sendo um veneno pra silhueta e pro fígado... hummm superei meu medo das panelas! É óbvio ululante que eu nunquinha na vida tinha preparado uma rabada. Rabada é um prato que sempre vi pronto, e que lembrava vagamente da minha mãe comentar que era chatinho de preparar porque tinha que tirar a gordura da carne antes e depois de cozinhar. Definitivamente, minha mãe tinha razão: dá trabalho! Mãe, muito obrigada por me amar tanto e ter preparado rabada tantas vezes especialmente pra mim! :D

segunda-feira, 2 de março de 2009

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Panela de pressão


Minha sogra nos deu uma panela de pressão pequena (3 litros) de presente.
Ele está felicíssimo, finalmente faremos feijão em casa em menos de duas horas!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Água de coco e gentileza




Dias atrás comecei a dar aulas na Esplanada dos Ministérios (me senti tão importante entrando em um ministério como prestadora de serviços! Qual a importância? Simples: através da educação estou efetivamente ajudando o Brasil ir para frente!) e hoje fui à escola pegar mais material.
Decidi voltar caminhando (oito quadras brasilienses). No caminho tinha que passar na frente do parque Olhos D'água. Sempre que caminho lá levo uma moeda de R$1 para tomar água de coco, mas sempre tive vontade de sentar e tomar água no coco mesmo e depois ainda comer a polpa... Finalmente hoje era a oportunidade perfeita!
Dei uma de criança gulosa e depois de estar com o coco rachado mais do que limpo perguntei pro moço se ele se importaria em rachar mais um coco pra mim... tava com desejo de comer aquela polpa molinha, quase transparente e refrescante. Pois não é que o moço se empolgou e rachou mais quatro cocos (acho que foram cinco!) para mim?! Mais do que satisfeita quis pagar pela polpa e pela gentileza dele (esses cocos que ele abriu já estavam sem água e iriam para o lixo), ele se recusou veementemente a receber. É nesses momentos que minha fé na humanidade é reestabelecida!
Parêntese (ou parêntesis, como preferirem!): algum tempo atrás o Fernando dizia que se tudo desse errado na vida o plano B seria virar vendedor de coco na praia. Eu acho que seria mais lucrativo fazer isso nos parques de Brasília - é incrível a oferta e procura, às vezes chega a ter mais de quatro banquinhas diferentes uma logo após a outra.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Galinha assada e manicure não combinam




(Vamos dar os devidos créditos, como não pude fotografar meu prato peguei a foto acima do site:http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://marisaono.com/delicia/wp-content/uploads/frango%2520com%2520pudim.jpg&imgrefurl=http://marisaono.com/delicia/%3Fp%3D581&usg=__G-yxLJOjImgidxeqnq0QVWfBju8=&h=270&w=360&sz=9&hl=pt-BR&start=35&um=1&tbnid=i5wdxEv80UwN6M:&tbnh=91&tbnw=121&prev=/images%3Fq%3Dcoxas%2Bassadas%26start%3D21%26ndsp%3D21%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN)

Tudo conspirava para hoje ser um dia simplesmente perfeito, mas não esqueça "Murphy é meu tio". Como só teria aulas à tarde e à noite decidi fazer um prato especial: frango na cerveja com creme de parmesão e cogumelos. Tudo ia muito bem, montei o prato e coloquei no forno para dar uma aquecida e na hora que saí para ir na manicure cobri a forma para o calor do forno e da forma continuarem cozinhando a carne.
Pelo jeito a manicure não estav muito inspirada hoje... tudo bem, semana que vem procuro outra - o que não falta nessa cidade são salões. Quando entro em casa qual é a cena que salta aos meus olhos??? O botão do forno não estava desligado, mas no mais alto - pânico! Estranhei que o apartamento (que tbm pode ser chamado de "kinder ovo habitável") não estivesse recendendo a queimado (a menina me prendeu lá por mais de 1 1/2 hora para fazer um trabalho mal feito!), ter tampado a forma minimizou o estrago. O que era para ser o molho cremoso no fundo da forma virou uma crosta preta, mas o frango ficou úmido e comestível, mas sem gosto de cerveja. Eu deveria ter prestado mais atenção nas minhas aulas de física: um corpo não ocupa dois lugares ao mesmo tempo. Definitivamente multitasking só funciona dentro de um mesmo ambiente (e olhe lá!)...

Segue a receita do que era para ter sido meu prato especial:
INGREDIENTES
coxas e sobrecoxas de frango (sem pele),
1 pacote de sopa de parmesão com cogumelos,
1 lata de cerveja

MODO DE PREPARAÇÃO

Empane o frango na sopa (não diluída!). Coloque os pedaços em uma forma e derrame a cerveja entre eles. Asse até o frango ficar cozido e o formar um caldo espesso no fundo da forma (se desejar coloque mais cerveja).