quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Alarido: presentes de Natal!


Faltam pouquíssimos dias para o Natal e é claro que sempre fica um ou outro presente para trás... e é claro que a grana fica especialmente curta nesta época do ano... e é claro que não queremos deixar as pessoas queridas sem pelo menos uma lembrancinha... Que tal usar criatividade, reutilização (Lembram dos 3Rs? Reduzir, reutilizar e reciclar.) e ainda pegar o povo pelo estômago???

A gente acaba sempre tendo um monte de embalagens de vidro vazias e não sabe o que fazer com elas. Aqui em casa resolvi usar uma embalagem em específico para guardar as castanhas (e afins) para não ocupar muito espaço (tanto na porta da geladeira quanto deitadas nas prateleiras ou mesmo naqueles cantinhos dos armários).

O vidro é bonito e a apresentação do conteúdo fica atraente. Para dar ainda mais charme dá para acrescentar decorações tanto na tampa como no vidro em si, vale desde fitinhas até algo carinhoso escrito na embalagem, mesmo, com aquelas canetas permanentes. O conteúdo pode variar de acordo com sua imaginação, habilidade e orçamento: balas (de côco, jujubas, caramelos...), castanhas, uma compota ou conserva feitas em casa, ou até mesmo salgadinhos (desses de pacote)! :)


domingo, 20 de dezembro de 2009

Cats of the Lady

Finalmente o blog tem um email de contato: catsofthelady(at)gmail.com
Nem sempre os comentários do blog funcionam bem, ou nem sempre queremos que nossos comentários sejam publicados, ou n outras razões. Então sintam-se à vontade para enviar emails quando tiverem vontade! :)



Crédito da imagem: autor http://www.flickr.com/photos/xxxlibris/
endereço da foto: http://www.flickr.com/photos/xxxlibris/3342289932/

sábado, 19 de dezembro de 2009

O que fazer com as sobras pré-festas?





Sempre vejo dicas para aproveitamento das sobras pós-festas, mas e o que fazer com aquelas coisinhas que ficam na geladeira antes de viajarmos? Junte tudo com arroz (o mais versátil dos alimentos) e crie um prato único! :)

O arroz rosado levou: arroz, manteiga (cujo sabor acabou sumindo), presunto, um pouquinho de leite (para aumentar a cremosidade), brócolis, gengibre japonês (em conserva, acrescentei depois do arroz cozido e o fogo desligado) e sal. Pois é, mas errei feio a mão no sal... eu conhecia as dicas de colocar pão adormecido ou batata para suavizar o sal... mas como estou limpando a geladeira não tinha estes ingredientes. E agora? Num momento de iluminação decidi adicionar um pouquinho de vinagre de maçã, e não é que resolveu?

O outro levou: arroz, óleo de milho, cebola, alho, e quando estava quase pronto acrescentei ricota, abobrinha e cenoura em cubos. Vocês me viram citar sal? Pois é, esqueci! E agora? Shoyo! Mais dois minutos da panela desligada e tampada e ficou prontíssimo para servir!

Medidas? Não sei! Sempre gostei de medir de olho.
Não tenho shoyo nem conserva de gengibre, e agora? Simples: use sal e tomate!

Outra dica. Sabe quando a banana fica madura demais e já não mais tão atraente esteticamente? Desperdício de comida? Nã, nã, nina, não! Descasque-a, corte ao meio, salpique com açúcar e canela e leve no forno convencional ou microondas brevemente para o açucar derreter e a sobremesa ficar perfumada. O prato, ainda quente, deve ser servido com iogurte natural ou (opção mais calórica) sorvete.

Aproveite sem culpa!

Meu bebê!







A Mitsy definitivamente é um bebê, passa a noite inteira na sua "cama" e de manhã se aconchega conosco tomando posse da nossa cama por todo o período diurno!
Mas as coisas nem sempre foram assim. Já houve época em que ela dominava o mesmo espaço que um humano adulto esparramado, também já nos derrubou da cama mais de uma vez (ia se encostando e a gente para evitar esmagá-la ia chegando para o lado, até que encontrávamos o chão!), mais recentemente a solução foi dobrar um cobertor e deixá-lo nos pés da cama, pois é, daí um de nós tinha que dormir encolhido para não derrubar a princesa...
Como o grande chamariz era dormir no fofinho com o cheirinho de seus humanos de estimação, e claro, sem perdê-los de vista, quando estamos dormindo ela fica no edredon dobrado em cima da cômoda (aos pés da cama) e quando estamos trabalhando no escritório ela deita em seu "colchonete" (feito de camisetas que o F não usa mais) nas prateleiras que ficam nas nossas costas! :)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Reclamação da seguidora mais antiga!


Hoje recebi reclamação (mais do que justa) da seguidora e colaboradora (geralmente o material recebido por email vem dela) mais antiga e mais fiel por não ter sido mencionada no post "Voltei!" : minha MÃE!!!
Então fica aqui meu agradecimento público a duas "coisinhas" que ela fez e que me influenciaram muito (especialmente neste último ano):

* Essa mulher saiu do interior do RJ (quase MG) para casar e ir morar no interior do RS. Apesar de friorenta da ponta da unha do pé até a ponta do cabelo, não congelou e não fugiu ao desembarcar diretamente em Bom Jesus (a cidade mais fria do RS). Obs.: para trás deixou família, amigos, faculdade, emprego bem sucedido, e vida totalmente autônoma. Quando chegou a minha vez de atravessar o país para casar eu quase desisti, (eu) "E se não der certo?" (minha mãe) "Ora, se não der certo volta! Mas primeiro tenta!"

* Quando eu era adolescente, mas já tinha saído de casa, ela foi convidada a dar aulas de português para uma alemã. Relutantemente ela aceitou ( E o medo de não dar conta?). Fiquei tão orgulhosa dela! Poxa ela fez Matemática, mas a sua pronúncia e léxico chamaram tanto a atenção de um casal de missonários que ela foi escolhida para dar aula de pronúncia, cultura, história, literatura e às vezes de culinária! A aluna foi aprovada na prova de proficiência (claro ela tinha um outro professor que falava alemão e que dava aulas chatas só de gramática!). E qual é minha profissão hoje? Qual é o tema da minha segunda faculdade?

Dona Maria Amélia: MUITO OBRIGADA, MESMO, DE VERDADE, DO FUNDO DO CORAÇÃO!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O melhor restaurante de Brasília: La Benedicta


Sabe aqueles dias em que você não quer cozinhar? Sabe aqueles dias que você simplesmente não quer cozinhar porque já está quente e a simples ideia de ligar uma trempe de fogão já faz com que o seu "apertamento" fique sufocante?
Pois é, o F chegou em casa com aquela cara de que tinha tido um dia "amostra grátis do inferno", louco para jogar a roupa pelo meio do caminho mesmo, colocar um belo par de havaianas e não fazer nada com uma lata de Heineken e o controle do videogame nas mãos. Bem, eu estava com fome e sem a mínima vontade de morrer sufocada. "Coloca uma sandália e vamos comer qualquer coisa na rua?". Sem achar esta a ideia mais motivante da face da Terra ele concordou.
Dentro do carro veio aquela pergunta: "Aonde você quer ir?". Resposta: "Surpreenda-me!". Putz, ele tava tão esgotado que nem esforço mental era possível... Tava pensando em algo rápido, mas ao mesmo tempo lembrei de um restaurante perto de casa que nos foi recomendado meses atrás (valeu Estefânio!).
O La Benedicta é surpreendente já pela sua localização, ao lado do Parque Olhos d'Água. Nesta região há abundância de opções gastronômicas, mas nada que se compare a sofisticação deste bistrô.
Fomos recebidos pelos donos, Ana Stellato e Wagner Divério. O espaço é bastante amplo e ao mesmo tempo aconchegante. A decoração é inusitadamente divertida: cada cadeira é de um modelo harmonicamente diferente e também são combinadas com sofás (sim estes assentos são devidamente acompanhados de mesas para refeições) e nas mesas já postas, os copos/taças seguem o mesmo estilo lúdico (coloridas e de modelos variados).
O cardápio é um pouco desnorteador pela quantidade de opções tentadoras. Siga as sugestões da chef, nós não nos arrependemos mesmo! Nosso cardápio: um vinho chileno (que não consigo lembrar o nome , porém formidável do começo ao fim da refeição), Pão dos deuses (uma bruschetta divina, grande, banhada em azeite de oliva com alho assado), Fuscão preto (risoto de grão negro e linguiças artesanais, com um pedaço enorme de parmesão gratinado - não gosto muito de linguiça, mas esta combinação... hummm!) e creme brule de maracujá vermelho (o aroma desta sobremesa é indescritível!). E como se tudo isso não bastasse, depois do café (blend cremoso de cafés mineiros), com a conta ainda foi servido chocolate belga flavorizado com laranja, reduzido com champagne e com sementes de papoula (Ana me desculpa se a descrição não está na sequência correta!).
Esta foi a melhor experiência de turismo gastronômico do ano em todos os quesitos imagináveis: ambiente perfeitamente sofisticado sem afetação (nós fomos com a primeira roupa que vimos pela frente e isso não fez a menor diferença), atendimento acolhedor dando a sensação que éramos convidados na casa deles (os donos pediram milhares de desculpas por estarem sem garçons nesta noite então eles mesmo estavam atendendo as mesas, o que para nós foi o máximo, desta forma tivemos a oportunidade de conversar e conhecê-los um pouquinho), além do atendimento acolhedor, algo que fez toda a diferença, foi a chef ter convidado o auxiliar dela, o William, para nos apresentar (como é bom quando bons profissionais sabem dividir os louros!), cardápio irresistível (com certeza teremos que voltar outras vezes), e a conta foi absurdamente justa com a qualidade oferecida!
O único risco é vocês quererem passar a frequentá-lo diariamente!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Julie & Julia







O enredo é bastante simples: uma mulher, chamada Julie, nos anos 2000 tem um trabalho burocrático e deprimente (tele-atendente que recebe reclamações de parentes de vítimas das Torres Gêmeas), como ela anda bem desanimada o marido sugere que ela crie uma meta e surge a ideia de escrever um blog sobre o passatempo favorito dela: culinária, (ela cozinha quando chega em casa para relaxar). Muito bem, muito bom... como fazer um recorte dentro deste tema enorme?
Bem, Julie escolheu recriar todas as receitas do livro escrito pela Julia Child (uma culinarista americana que tinha um programa de tv nos mesmos moldes da Maravilhosa Cozinha da Ofélia).
A Julia morou na França com o marido (que era diplomata), pela primeira vez, lá pelos meados dos anos 40. Como "esposa" (e dondoca) não é profissão e muito menos passatempo para ninguém, ela decidiu fazer uns cursos para ocupar seu tempo livre (era só o que ela tinha!). Nada realmente a completava até que um dia o marido sugeriu que ela fizesse um curso de culinária por ela gostar muito de comer! Pois é, a mulher sabia realmente apreciar os sabores de um bom prato, mas mal sabia picar cebolas e encarou o Le Cordon Bleu.

Este filme com (a sempre maravilhosa) Merryl Strip me remeteu a vários outros filmes e situações:

( 5) Quando era criança minha mãe sempre ia à feira nos sábados de manhã. Ao mesmo tempo que ficava fascinada por ela conhecer a maior parte dos feirantes me sentia constrangida de ver ela pechinchar. Muitos anos depois é que descobri a graça da arte de negociar os preços, não é o valor em si, mas o poder de persuasão! :) Ir à feira é um hábito que incorporei a partir do momento que realmente assumi as rédeas da minha vida (e sofri tanto aqui em Brasília até descobrir que feira aqui só no CEASA! Não vivo sem!).

(3 - 4) Amo de paixão o modo Amélie Poulain de viver, especialmente duas cenas do filme, uma em que ela devora framboesas que encaixou na ponta dos dedinhos e quando descreve a sensação relaxante de mergulhar as mãos em um saco de grãos! :)

(1 - 2) A primeira animação que o F me convenceu a assistir com ele (até então, eu achava que toda animação era filme para criança, tolinha!) foi Ratatouille. Aquele ratinho se sentia frustrado por seus pares só saberem devorar a comida sem primeiro se deixarem envolver pelos aromas, texturas, combinções e muito menos pelos sabores. E não é que este ano em um passeio em Gramado-RS eu tirei uma "foto-símbolo" lambendo uma colher gigante de uma das personagens em tamanho gigante??? Me senti igualzinha uma criança! :)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Liberdade de expressão



Algumas coisas não há como desfazer, por exemplo a palavra dita. Ok, chega a ser "chover no molhado" de tão óbvio. Outra obviedade é que "liberdade de expressão" é basicamente uma ilusão, já que, sempre, o tempo todo, estamos sendo julgados e sofreremos as consequências do que dissermos.
Até aí nada de novo, no entanto a onda de processos contra blogueiros é algo assustador! (Leiam este post do Roney Belhassof http://www.memedecarbono.com.br/2009/01/03/a-invisibilidade-corrompe).
Eu sempre faço questão de recomendar os produtos e serviços que me agradam (meu blog, pelo menos por enquanto, NÃO é patrocinado), mas e se algum dia eu me sentir tão ultrajada que quiser comentar? Só posso fazer isso se for oralmente tomando cuidado para que não haja nenhuma câmera por perto (não esqueça que hoje em dia celulares com câmera são padrão!)?

Crédito da imagem: autor http://www.flickr.com/photos/hebe/
endereço da foto: http://www.flickr.com/photos/hebe/251592918/

domingo, 13 de dezembro de 2009

Fondue chinês, imperdível!


Aqui perto de casa tem um restaurante chinês autêntico (com frequência tem clientes chineses por lá). Ele é o legítimo 3B: bom, bonito e barato (e perto de casa!). Mais de uma vez que estivemos no Restaurante Pequim vi sendo servido em outras mesas um prato enorme com comidas cruas (acelga, couve chinesa, brócolis, cogumelos, ovos de codorna, tofu, harussamen - um macarrão de "feijão verde" -, tofu, carne, frango, peixe, lula e camarão), sobre a mesa era colocado também um fogareiro com uma panela cheia de um caldo fumegante (é apimentado na medida!). Vasculhando o cardápio (adoro lê-los!) deduzi que era o tal do Fondue Chinês. O princípio é o mesmo do fondue europeu, vários ingredientes são cozidos em uma panela comum, mas servidos individualmente.
É difícil descrever o sabor, o caldo é saboroso por si só ( não sei a receita, mas tem algo picante e uns grãos de alguma leguminosa), quanto mais ingredientes são inseridos na mistura mais gostoso fica. A porção serve plenamente quatro comensais esfaimados (pelo valor módico de R$ 68 por panela, independente do número de clientes).
Por mais guloso que você seja (o meu caso) a sensação é de absoluta satisfação, mas nunca de estufamento. Sugiro que peçam um bule de chá de jasmim para acompanhar.
Na segunda vez que pedimos este prato descobri algo que me fez entender a dinâmica, cardápio e decoração do lugar: o proprietário, cozinheiro e maitre do Restaurante Pequim (SCLN 405 Bl C Lj 15, Tel 3347 1044 ou 3347 3865) foi responsável por quatro anos pela gastronomia da Embaixada da China em Brasília!

Imagem: Como nunca lembrei de tirar fotografia do prato, peguei esta imagem do link: http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.correiobraziliense.com.br/files/app/foto184/gastro4_1.jpg&imgrefurl=http://www.correiobraziliense.com.br/app/foto184/2009/06/26/fotos,i%3D43/GASTRONOMIA%2BFONDUE.shtml&usg=__8CVUMf6hqhMsHwoycVcyRhFYwHg=&h=55&w=82&sz=3&hl=pt-BR&start=3&um=1&tbnid=gssEJsPkk9TX3M:&tbnh=50&tbnw=75&prev=/images%3Fq%3D%2522correio%2Bbraziliense%2522%2B%252B%2B%2522fondue%2Bchin%25C3%25AAs%2522%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26um%3D1