
sábado, 31 de janeiro de 2009
E meus dados foram engolidos pelo computador....

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Galinha assada e manicure não combinam

(Vamos dar os devidos créditos, como não pude fotografar meu prato peguei a foto acima do site:http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://marisaono.com/delicia/wp-content/uploads/frango%2520com%2520pudim.jpg&imgrefurl=http://marisaono.com/delicia/%3Fp%3D581&usg=__G-yxLJOjImgidxeqnq0QVWfBju8=&h=270&w=360&sz=9&hl=pt-BR&start=35&um=1&tbnid=i5wdxEv80UwN6M:&tbnh=91&tbnw=121&prev=/images%3Fq%3Dcoxas%2Bassadas%26start%3D21%26ndsp%3D21%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN)
Tudo conspirava para hoje ser um dia simplesmente perfeito, mas não esqueça "Murphy é meu tio". Como só teria aulas à tarde e à noite decidi fazer um prato especial: frango na cerveja com creme de parmesão e cogumelos. Tudo ia muito bem, montei o prato e coloquei no forno para dar uma aquecida e na hora que saí para ir na manicure cobri a forma para o calor do forno e da forma continuarem cozinhando a carne. Pelo jeito a manicure não estav muito inspirada hoje... tudo bem, semana que vem procuro outra - o que não falta nessa cidade são salões. Quando entro em casa qual é a cena que salta aos meus olhos??? O botão do forno não estava desligado, mas no mais alto - pânico! Estranhei que o apartamento (que tbm pode ser chamado de "kinder ovo habitável") não estivesse recendendo a queimado (a menina me prendeu lá por mais de 1 1/2 hora para fazer um trabalho mal feito!), ter tampado a forma minimizou o estrago. O que era para ser o molho cremoso no fundo da forma virou uma crosta preta, mas o frango ficou úmido e comestível, mas sem gosto de cerveja. Eu deveria ter prestado mais atenção nas minhas aulas de física: um corpo não ocupa dois lugares ao mesmo tempo. Definitivamente multitasking só funciona dentro de um mesmo ambiente (e olhe lá!)...
Segue a receita do que era para ter sido meu prato especial:
INGREDIENTES
coxas e sobrecoxas de frango (sem pele),
1 pacote de sopa de parmesão com cogumelos,
1 lata de cerveja
MODO DE PREPARAÇÃO
Empane o frango na sopa (não diluída!). Coloque os pedaços em uma forma e derrame a cerveja entre eles. Asse até o frango ficar cozido e o formar um caldo espesso no fundo da forma (se desejar coloque mais cerveja).
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Royal miau comida
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
É a glória!!!

Para começar bem o dia um belo nascer do sol para quem desperta diariamente antes dele!Última aula de português para estrangeiros (super intensivo: 20 horas em duas semanas). Além de sentir diferenças bastante significativas tanto na pronúncia quanto no vocabulário deles os resultados das provas (baseada em gramática normativa) não poderiam ser mais impressionantes 79% e 91% (eu dou nota por porcentagem de acertos). A prova realmente era exigente, segundo meu namorado estava em um nível alto demais até para brasileiros... mais um motivo para que eu quase exploda de orgulho do desempenho dos meus pupilos! :)
Não bastasse isso, logo depois de concluídos os testes eles me convidaram para dar aulas particulares para a mãe deles! O pai deles é adido militar no Brasil... uau! Estou chegando perto da diplomacia militar internacional! :)
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Um mês!


Hoje completamos um mês sob o mesmo teto e espero que nossos encontros e desencontros continuem nesse mesmo ritmo por muuuito tempo! :) Isso sim é que é começar bem a semana!
Para coroar nossa comemoração no almoço fiz feijão pela primeira vez na vida (comida favorita do meu querido) e ficou tri bom e de noite, hoje foi a data perfeita para a abertura da preciosa garrafa do néctar dos deuses (também conhecida como Jack Daniels Blue Label) - essa bebida era o sonho de consumo de bebedor de whisky dele desde que nos conhecemos e dei uma garrafa pra ele de Natal!:)
sábado, 24 de janeiro de 2009
Estou me sentindo em casa em Brasília!

Depois de uma semana cheia de boas surpresas, entrevistas de emprego, seleções e treinamentos finalmente consegui ir caminhar no parque! As pinhas ainda continuam (verdes) nas árvores, os patos e carpas seguem curtindo o sossego de seu lago, não vi o Roger Rabbit e família (os seis coelhos brancos que moram no parque), mas tudo isso com tamanha sensação de familiaridade... e na metade do meu percurso dentro do parque encontrei um conhecido (que não conheci através do meu namorado, alguém que integra a minha ainda tímida nova lista de contatos!), definitivamente me sinto muito à vontade ao dizer que hoje Brasília é a minha casa!
Prato do dia: restô!
Sabadão dia tradicional de ir ao super (aos não gaúchos = supermercado), mas ainda assim é preciso comer (antes de fazer o rancho)... nada como um pouco de criatividade para conseguir transformar a última beringela, queijo branco, quatro batatinhas, um tomate, umas folhas de alface, uma cenoura e um restinho de pernil assado, restinho de kibe de forno e bacon em um prato bonito e nutritivo!Amar é: preparar um almoço caprichado sabendo que ele provavelmente só chegará para o jantar! (Bendito plantão!)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Biodiversidade: um grilo dentro do carro
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Que planta é essa?
domingo, 18 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
Macarrão gelado

Nada como hiyashi somen (macarrão gelado) pra refrescar em um dia de temperatura "amostra grátis do inferno". Benditos sejam os japoneses e suas comidinhas oishii (gostosas)!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Sabor exótico do dia: lichia

Sempre tive curiosidade para saber que gosto tinha aquela frutinha de aspecto árido (a casca é seca e áspera) daí um vendedor de rua se atravessa no meu caminho, com aquele monte de frutas diferentes gritando: ME DEVORA! ME DEVORA! Esses vendedores de frutas nas ruas ainda vão me levar à falência ou a um aumento considerável de peso! hehehhehe Além de tri refrescante (lembra muito uva itália) a casca por dentro é muito bonita... será que consigo secar para depois fazer algum tipo de enfeite???
A lichia (Litchi chinensis) é um gênero botânico pertencente à família Sapindaceae.
Originária da China, onde é considerada a fruta nacional, a lichieira e uma árvore subtropical, semelhante à mangueira, com até 12 metros de altura e de grande longevidade. Há poucos séculos foi disseminada para outros países como Índia, Tailândia, Taiwan, África do Sul, Madagáscar, Israel, Estados Unidos (Havaí e Flórida), Vietnã e Brasil.
Devido ao seu belo porte, atraente formato, folhas verde escuro e permanentes e principalmente devido a beleza da frutificação a lichieira é a árvore favorita para os jardins de residência no Havaí, e em cidades da Califórnia.
Os frutos produzem em cachos, a casca é rugosa e de cor vermelha, sendo fácil de ser destacada. A polpa é gelatinosa, translúcida sucosa e de excelente sabor, lembrando ao de uva-itália e não é aderente ao caroço. Serve para consumo ao natural, e para o fabrico de sucos, compotas e ainda para a passa.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Sabor exótico do dia: pinha


Claro que não foi a primeira vez que comi pinha, mas no RS elas não são nem tão saborosas nem tão maduras! Doce, suculenta e saciante! Hummmmmm
Fruta-do-conde
Nome científico Annona sp
Família botânica Annonaceae
Origem Antilhas
Nomes populares: anona, araticum, pinha, ata, cabeça-de-nego, condessa, coração-de-boi, sugar apple, Atemoya
Características da planta: Árvore de tamanho variável, podendo atingir até 7 m de altura de acordo com a espécie. Folhas rígidas, dispostas caracteristicamente intercaladas na posição horizontal ao longo dos ramos. Flores freqüentemente carnosas, de coloração esverdeada ou branco-amarelada. Florescem ao longo de todo o ano.
Fruto: Globoso ou alongado que contém numerosas sementes presas a uma polpa branca, aquosa, mole, envolvida por uma casca de coloração amarelo-esverdeada, lisa ou recoberta por escamas carnosas. Frutificam durante quase todo o ano.
A família das Anonáceas engloba uma grande variedade de frutos e. De maneira geral, as plantas dessa família caracterizam-se por apresentarem folhas simples, dispostas alternadamente em um mesmo plano, ao longo dos ramos e pela semelhança entre seus frutos.
Os frutos, muito conhecidos em todo o mundo e bastante apreciados, têm uma aparência rústica e caracterizam-se por apresentarem a forma de "pinhas" podem possuir formas alongadas ou então arredondadas, mas não perfeitamente; às vezes, dependendo da espécie, têm a forma de um coração. De tamanhos e pesos variadíssimos, podem ser como punhos fechados ou como bolas de rugby. São, por exemplo, a fruta-do-conde (Annona squamosa), a graviola (Annona muricata), o araticum-do-cerrado ou marolo (Annona crassiflora) e os outros muitos araticuns do Brasil.
Segundo Maria do Carmo C. Sanchotene, em língua guarani, araticum significa "fruto mole", que é como esses frutos de aparência áspera e rude ficam ao amadurecer, desmanchando-se facilmente.
Araticum é, também, de fato, a denominação mais comum para as variedades silvestres das Ananáceas por todo o continente americano que fala português. Na América espanhola, por sua vez, a denominação genérica e mais comum para esses frutos é anone ou anona.
A escritora colombiana Clara Inés Olaya oferece uma pista para a compreensão dos motivos que levaram a tais generalizações Segundo ela, os espanhóis teriam provado essas frutas pela primeira vez nas Ilhas do Caribe, assim que aportaram no Novo Mundo, uma vez que são nativas da região. Ali, teriam também rendido o nome anón, palavra da língua indígena taína usada para designar uma determinada variedade de fruta nativa e que, mais tarde, ficou conhecida como "ei manjor blanco de los españoles".
O anón descrito pelos navegantes do século XVI nasce em arvoretas, tem cor verde-escura, textura escamosa e verrugosa, e, quando maduro, ao contrário do que sua aparência pode fazer crer, abre-se em gomos facilmente, bastando, para isso, um leve aperto.
Aberta, a fruta oferece uma polpa suave e cremosa que se desmancha na boca, deixando um sabor bom e perfumado, além de várias pequenas sementes duras, lisas e brilhantes.
Esta descrição corresponde, precisamente, à da Annona squamosa que é, entre todas as Anonáceas, a mais conhecida e a mais facilmente encontrada nas feiras-livres e supermercados brasileiros, embora não seja variedade nativa do país.
De fato, a introdução desta fruta no Brasil tem datas históricas precisas: segundo Pio Corrêa, na Bahia corria o ano de 1626 quando o Conde de Miranda plantou a primeira árvore dessa variedade, e já era 1811 quando um-agrônomo francês introduziu-a no Rio de Janeiro, a pedido do Rei D.João VI. Estima-se, no entanto, que algumas variedades silvestres da fruta, originárias das Antilhas, deslocaram-se também até atingirem a região amazônica, transformando-se em espécies subespontâneas antes mesmo da chegada dos europeus.
Atualmente, no Brasil, em virtude de tantas andanças, o anón espanhol tem vários nomes em português: pode ser ata, no norte e no nordeste do país, no interior de São Paulo e em Minas Gerais; pode ser araticum, no Rio Grande do Sul; ou, então, I na Bahia, pode ser fruta-do-conde ou pinha.
Como ata, pinha ou fruta-do-conde, ela é, atualmente, cultivada por todo o país. De sabor delicioso e típico, a pinha é basicamente consumida in natura, mas sua polpa presta-se muito bem como ingrediente no preparo de refrescos e sucos.
Ainda no século XVI, à medida que os homens europeus foram conquistando as novas terras e que se embrenhavam no continente as novas terras e que se embrenhavam no continente americano, encontraram outras variedades de frutas similares. Muito parecidas entre si, segundo Clara Inés Olaya, essas frutas foram designadas pelos conquistadores pelo mesmo nome anón, sem se respeitarem nem reconhecerem as diferentes denominações que os povos indígenas lhes atribuíam. E possível imaginar que fatos semelhantes tenham ocorrido com vários dos araticuns brasileiros.
Entre todas as frutas conhecidas em nosso planeta, não há família mais complicada que a das Anonáceas, do ponto de vista das muitas variedades existentes, das semelhanças entre os frutos e das diferentes denominações populares que lhe foram atribuídas ao longo do tempo, na história.
O araticum-do-cerrado (Annona crassiflora) é mais um deles. Com esse nome ele é conhecido na região central do Brasil, nos cerrados que ele carrega no nome. Como marolo, é conhecido por todo o sul de Minas Gerais, onde é nativo e espontâneo nos enclaves de campos cerrados existentes na região.
Basicamente, com relação à qualidade da polpa, distinguem-se dois tipos de frutos assim denominados: o araticum de polpa rosada, mais doce e mais macio, e o de polpa amarelada, não muito macio e um pouco ácido. Em ambos os casos, o processo de obtenção da polpa, que pode ser congelada, é semelhante, sendo lento, manual e de pouco rendimento. Com um ou outro nome, esse fruto de grande tamanho é bastante conhecido e consumido pelas populações locais, sendo comercializado nas feiras e, especialmente, nas beiras de estrada na época de sua frutificação.
Entre as frutas nativas brasileiras que não se transformaram em espécies cultivadas, o araticum-do-cerrado é uma das que apresenta o maior índice de aproveitamento culinário. Além do consumo in natura, são inúmeras as receitas de doces e bebidas que levam o sabor perfumado e forte de sua polpa, acrescida, muitas vezes, pelos sabores de outras frutas: batidas, licores, refrescos, bolachas, bolos, sorvetes, cremes, geléias, gelatinas, compotas, quindim, docinhos, doces-de-coco, doces-de-leite,terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Sombrinha faça chuva ou sol!

Ontem estava me sentindo a pessoa mais confiante do mundo por ter pego ônibus pela primeira vez e sem nenhuma dificuldade... pois é... hoje, consegui perceber que a linha que eu queria não era exatamente a que queria assim que passei a catraca! O que há de se fazer?! Relaxar e aproveitar o passeio!
Parei na quadra 402 (do outro lado do Eixão), pela frente eu tinha a 202, 102, 302 e a 502 inclusive! Felizmente tinha tempo e tinha passado protetor solar, mas aquele sol na moleira ninguém merece! Mesmo com protetor solar já estou quase passando do meu tradicional "bronzeado escritório" para o "bronzeado candango". Mandei a vergonha pro espaço e abri minha sombrinha de oncinha, e não é que logo em seguida vi várias outras mulheres (das mais variadas idades) também com suas sombrinhas em riste? Isso ainda vai virar moda! ;)
Algum tempo atrás minha mãe me deu uma bolsa cinza que achei enorme, descomunal, gigantesca e tals. Como tudo que é diferente requer um tempinho para que eu me acostume achei melhor não pensar muito no assunto. Aqui em Brasília ela tem o tamanho simplesmente perfeito! Itens básicos para ter SEMPRE a mão: chaves, carteira, agenda, garrafinha com água, batom, câmera fotográfica (viram a árvore retorcida que flagrei hoje?), prendedores de cabelo e sombrinha! Haja espaço!
O chimarrão nosso de cada dia

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Pitombas do Piauí



Dia cheio de emoções: consegui minha primeira turma de Pt para estrangeiros e peguei ônibus sozinha (sem me perder nem nada!)!
Ando intrigada para experimentar os sabores das frutas do Cerrado, ainda não consegui, mas quando vi um moço com um carrinho vendendo frutas na rua não me contive (curiosidade pode matar!)! Várias frutas vindas do nordeste... ele me disse o nome de cada uma delas, óbvio que não conhecia nem te ouvir falar... acabei vindo pra casa com um punhado de pitombas.
Tem gosto de quê? De pitomba! Não sei explicar melhor, só sei que tem caroço demais pra polpa de menos. É gostozinho, mas não é algo pelo qual salivaria desesperadamente.
Essas foam as informações que encontrei na Wikipedia:
A pitomba, ("Talisia esculenta") é a fruta da pitombeira, árvore presente desde a região Amazônica até a Mata Atlântica, do Nordeste ao Rio de Janeiro, que chega ter até doze metros. Seus frutos são comestíveis, saborosos e muito consumidos tanto pelo homem como pela fauna. A pitomba possui em geral um a dois caroços revestidos por uma camada fina e suculenta, adocicada e um pouco ácida. Quando maduros, a fruta tem a cor laranja e em média cerca de três centímetros.
A multiplicação da pitombeira se dá por meio das sementes encontradas nos frutos.
Também conhecida como pitomba ou caruiri, a (Eugenia luschnathiana) é um fruto pequeno, arredondado, com folhas tomentosas, comestível e muito saboroso, facilmente encontrado em Pernambuco, na Paraíba e no Rio Grande do Norte, estados do Nordeste do Brasil. É colhida de janeiro a abril. Muito rica em vitamina C, não é usada em preparações culinárias; seu consumo é melhor ao natural. A árvore que dá o fruto é também conhecida como pitombeira.
Estes frutos são comercializados nas feiras das regiões Norte e Nordeste no Brasil, muito procurados por pássaros e amplamente cultivados em pomares domésticos por todo o país.
domingo, 11 de janeiro de 2009
sábado, 10 de janeiro de 2009
Orquídeas
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Lírio-manga!?


Conheço essa planta nas versões branca com amarelo, rosa e branca com miolo amarelo e bordas rosadas (não consegui fotografar esta). O que vem me intrigando é que não tenho certeza que o nome popular dela seja mesmo "lírio-manga" e não tenho a menor ideia de qual seja o nome científico. Será que alguém poderia me ajudar?














