domingo, 19 de abril de 2009

Sabor exótico: mangostin



Saiu na FolhaOnLine: "De casca grossa e roxa, quase negra, o mangostin (ou mangostão, como também ficou conhecido) é nativo da Ásia e cultivado em regiões tropicais, inclusive no Brasil.

"A fruta chegou ao país nos anos 40, no Pará, mas está aparecendo agora no mercado. Atualmente, é cultivada no sul da Bahia, no Pará e, em pequena escala, no Espírito Santo e em São Paulo, onde as condições de solo e clima são favoráveis", afirma Jocelem Mastrodi Salgado, presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais e professora de nutrição da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), da USP (Universidade de São Paulo).

Diz a lenda que a rainha Vitória (1819-1901), da Inglaterra, teria considerado o mangostim a fruta mais saborosa do mundo, o que lhe valeu a alcunha de "rainha das frutas". "


Minha opinião: Hummm é gostoso mas não vale o preço que pedem!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Papatinhos vermelhos



Me sinto a própria Dorothy do Mágico de OZ com eles!

domingo, 22 de março de 2009

A saga da panela de pressão


E não é que a tal panela de pressão tem sido usada semanalmente? A brincadeira desta semana foi outra carne que me lembra comida de mãe: músculo! Óbviamente outra iguaria que sempre vi pronta no meu prato... desta vez pedi dicas pra minha mami por email (e viva a internet!!!). Ficou bom, mas nada parecido com o prato que ela preparava, ainda mais que no açougue o moço perguntou se era pra cortar em cubos e eu concordei... acabei cozinhando demais e a carne desmanchou toda! Da próxima vez sai melhor, não dá pra acertar sempre também...

Mas isso não é tudo... (por favor, me digam que lembram do 011 1406, precursor do Polishop!) aproveitei o caldo para fazer uma versão adaptada de "burguri"(um prato cipriota a base de trigo para quibe). Triguilho, cebola, cenoura e o caldo da carne! Tenho certeza que a Maroulou aprovaria!

Além de tudo isso teve a saga de encontrar carne melhor do que a que se encontra nos mercados por aqui (ou é congelada ou tem cara de velha, muuuito velha!). Eu conhecia o Açougue T-Bone por causa da iniciativa deles Paradas Culturais (prateleiras com livros em paradas de ônibus para facilitar o acesso das pessoas a leitura), hoje foi a vez de ver a carne. A carne que estava nas vitrines estava brilhante e úmida, o moço que me atendeu usava uma luva de malha de metal para evitar acidentes (nunca tinha visto achei muito bem bolado isso), buscaram na câmara fria mais de uma peça para que eu escolhesse a que queria e além disso todo excesso de nervuras e gordura foi limpo com boa vontade (prestação de serviço aqui é péssimo, e não estou exagerando nem um pouquinho)! O fato de não estarem usando luvas de silicone nem toca para o cabelo, nem me chamou a atenção... o fato é: estou morando em Brasília e para o padrão daqui este estabelecimento é superior tanto em qualidade de atendimento quanto em qualidade do produto!

sábado, 21 de março de 2009

Amar é...


Amar é lembrar quem vai caminhar de levar dinheiro para tomar água de coco.
Amar mais ainda é trazer água de coco para quem ficou em casa!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Lagosta


O noivo de uma amiga é sócio em um restaurante chique, e como sempre tive curiosidade de saber que gosto tinha a tal da lagosta... humm nada demais! Minha próxima tentativa será em algum lugar a beira mar onde o tal crustáceo será fresco e com certeza mais barato... Decepção!
(Mas a foto que escolhi para ilustrar o post é bonitinha, né?)

domingo, 15 de março de 2009

http://www.umsabadoqualquer.com/



Essas são tirinhas imperdíveis (clique nas ilustrações que usei aqui para ampliá-las!)

quinta-feira, 12 de março de 2009

Prova cabal!


Aí estão um homem que odeia gatos e uma gata que despreza homens!
Acredita quem quer, né?

terça-feira, 10 de março de 2009

Minha mãe me ama muito, mesmo, de verdade!



Eu faço parte de um seleto grupo de pessoas que não vê nada de especial em picanha nem em filé mignon, pra nós bom mesmo é língua de boi, rabada, matambre, moela e afins. No final de semana vi uma promoção de rabo de boi e minha boca começou a salivar... só havia um problema: nunca simpatizei muito com panela de pressão, ok, admito: sempre tive MEDO de panela de pressão! Aquelas panelas chiadoras com certeza se viessem a explodir fariam comigo na frente delas... esse e outros pensamentos aterradores sempre pulularam em minha mente fértil. Mas o desejo de sentir aquela carne macia que se solta do osso, aquele caldo forte que precisa ser diluído umas milhares de vezes e que mesmo assim continua sendo um veneno pra silhueta e pro fígado... hummm superei meu medo das panelas! É óbvio ululante que eu nunquinha na vida tinha preparado uma rabada. Rabada é um prato que sempre vi pronto, e que lembrava vagamente da minha mãe comentar que era chatinho de preparar porque tinha que tirar a gordura da carne antes e depois de cozinhar. Definitivamente, minha mãe tinha razão: dá trabalho! Mãe, muito obrigada por me amar tanto e ter preparado rabada tantas vezes especialmente pra mim! :D

quinta-feira, 5 de março de 2009

A falsa magra





Olhem bem essas fotos.
A Mitsy vista de dois ângulos diferentes.
Em um parece uma bola de tão obesa e no outro tá quase subnutrida de tão magrinha!

segunda-feira, 2 de março de 2009

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Panela de pressão


Minha sogra nos deu uma panela de pressão pequena (3 litros) de presente.
Ele está felicíssimo, finalmente faremos feijão em casa em menos de duas horas!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Bixo Unb


Agora é oficial: estou matriculada na minha nova ênfase em Letras (pois é, isso que dá um mesmo curso ter várias ênfases diferentes e interessantes!) agora estou cursando Licenciatura em Português Brasileiro como Segunda Língua!
Uau, quando eu poderia imaginar que faria vestibular novamente depois dos 30!? Eu me amo!!! :P

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Possibilidade de mudanças causadas pelas crises

Honestamente não sei se esse texto é mesmo de autoria do Einstein, mas gostei da mensagem!

A crise segundo Einstein

Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado.

Quem atribue à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"

Albert Einstein

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Água de coco e gentileza




Dias atrás comecei a dar aulas na Esplanada dos Ministérios (me senti tão importante entrando em um ministério como prestadora de serviços! Qual a importância? Simples: através da educação estou efetivamente ajudando o Brasil ir para frente!) e hoje fui à escola pegar mais material.
Decidi voltar caminhando (oito quadras brasilienses). No caminho tinha que passar na frente do parque Olhos D'água. Sempre que caminho lá levo uma moeda de R$1 para tomar água de coco, mas sempre tive vontade de sentar e tomar água no coco mesmo e depois ainda comer a polpa... Finalmente hoje era a oportunidade perfeita!
Dei uma de criança gulosa e depois de estar com o coco rachado mais do que limpo perguntei pro moço se ele se importaria em rachar mais um coco pra mim... tava com desejo de comer aquela polpa molinha, quase transparente e refrescante. Pois não é que o moço se empolgou e rachou mais quatro cocos (acho que foram cinco!) para mim?! Mais do que satisfeita quis pagar pela polpa e pela gentileza dele (esses cocos que ele abriu já estavam sem água e iriam para o lixo), ele se recusou veementemente a receber. É nesses momentos que minha fé na humanidade é reestabelecida!
Parêntese (ou parêntesis, como preferirem!): algum tempo atrás o Fernando dizia que se tudo desse errado na vida o plano B seria virar vendedor de coco na praia. Eu acho que seria mais lucrativo fazer isso nos parques de Brasília - é incrível a oferta e procura, às vezes chega a ter mais de quatro banquinhas diferentes uma logo após a outra.